3 centavos… ou uma balinha de troco?

Cada centavo é dinheiro!

Cada centavo é dinheiro!

3 centavos…

Que importância tem para você?

Foi notícia no meio jurídico a recente decisão dos tribunais da Justiça do Trabalho a respeito da quantia de 3 centavos.

Para recorrer de uma decisão do tribunal da Bahia, uma empresa deveria recolher R$ 9.617,29 em custas judiciais. O recurso não foi aceito porque o depósito tinha três centavos a menos.

Além de curiosa, a notícia alerta para um princípio de finanças pessoais.

O Tribunal Superior do Trabalho em Brasília usou o seguinte argumento:

A razão não é a quantia faltante e sim a abertura de um precedente, a quebra de um princípio.

Se fosse aceito o recurso, o que seria dito aos próximos que errarem o valor da guia? Se com 3 centavos passou, porque não com 10 centavos, 1 real ou 1.500 reais? Aberta a exceção, a famosa “brecha na lei”, todos poderão passar por ela.

Perceba que os bancos também estão atentos a cada centavo de todos os caixas da sua rede. Você poderia argumentar: ora, são apenas centavos. A resposta do banco seria: desprezar o controle destes centavos vai gerar um prejuízo de milhões. O problema não está na quantia, está na quebra do princípio de organização financeira.

Em finanças pessoais é a mesma coisa.

Alguns simplesmente não ligam para o troco em balas, para os 5 centavos que o cobrador do ônibus não devolve, para 1 real que fica com o taxista quando a corrida ficou em R$ 19,00 e você passa uma nota de vinte.

Quem não liga para os centavos geralmente não liga também para as taxas de juros, as tarifas, o custo de oportunidade. Na brecha dos centavos, passam os reais inteiros, as dezenas e os milhares.

A Associação dos Executivos em Finanças (ANEFAC) informa que 95% dos brasileiros contratam empréstimos sem saber qual é a taxa de juros da operação.

Devem ser os mesmos que acreditam que 3 centavos não mereçam atenção.

Ficou claro que para a Justiça brasileira e para os bancos mais vale a organização financeira, o controle, do que a quantia.

E no seu caso como funciona?

Três centavos é dinheiro pra você?

Aproveite para seguir nossas postagens aqui no blog, e deixe seu comentário, conte a sua história, isso é importante para os autores. Obrigado.

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O Professor Samuel Marques é especialista em Finanças Pessoais, Palestrante da Brasilidea www.brasilidea.com.br. Formado em direito e teologia. É advogado de empresas, Consultor e Coach. Palestrante do Sebrae e Autor da série de livros infantis “A Menina que Calculava”; dos DVDs de treinamento “Organize Sua Vida Financeira” e “Dívidas? Nunca Mais!”; das séries produzidas para a televisão: “Os Hábitos dos Profissionais Excelentes” e “Preparo para a Aposentadoria”. Samuel acredita que os colaboradores com suas finanças pessoais bem resolvidas trabalham melhor, sente mais prazer e realização, portanto rendem mais porque mais satisfeitos e seguros. Contrate o Professor Samuel Marques. Golaço para a sua empresa.

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O Perfil mais visitado do Linkedin em Março de 2015

Perfil mais visitado do Linkedin

A Ana Karla foi o perfil mais visitado de Março 2015 do Linkedin.

Quem sou?

Sou Ana Karla Santos, de São João da Boa Vista, cidade pequena do interior de SP. Embora paulista, a cidade tem os traços e o sotaque do sul de Minas.

Sou uma “classe média”, e sou muito grata aos meus pais pela oportunidade de poder estudar inglês e cursar uma universidade. Percebo hoje que isso faz muita diferença.

Em 2010, entrei para o curso de Psicologia na UNIFAE, lá mesmo em São João.  Escolhi esse curso pelo meu interesse em ajudar pessoas.

Porquê Psicologia?

Na minha família, alguns tiveram problemas com a depressão, doença muito comum hoje em dia no mundo. Essa doença é mal vista pelas pessoas, confundida com tristeza e até com loucura. O que me influenciou: acompanhei o dia-a-dia do tratamento desses familiares por anos a fio.

Psicoterapeutas eficazes conseguiram a façanha de reverter o quadro pouco a pouco e esses meus familiares puderam então seguir com suas vidas, de cabeça erguida, um dia de cada vez. A tudo eu assisti, e meu olho brilhou quando percebi o valor desse trabalho.

Diante disso, não tive dúvidas quanto ao curso: eu queria me tornar terapeuta e auxiliar as pessoas.

Qual o meu sonho?

Durante todo o curso, tive em mente que quando me formasse eu iria para São Paulo, trabalhar e ser uma executiva de gestão de pessoas, porque via naquela capital um incrível polo industrial de crescimento, a cidade das oportunidades.

Em dezembro de 2011 finalmente me formei. Em Janeiro de 2012, eu vendi meu carro, um Escort Hobby antigo e com esse dinheiro, mudei-me imediatamente para São Paulo. Pedaço de sonho em andamento.

Minha família nunca foi contra mas também não morriam de amores pela minha decisão de mudar. Pensei depois: “compreendem mais sobre dinheiro do que eu”.

Sem outra solução possível, fui morar num Hostel próximo da Avenida Paulista. Lembro que imprimi vários currículos, e saí distribuindo feito folhetim de rua.

Não me deixavam ter acesso aos prédios comerciais, e eu então fui aos poucos me adaptando às dificuldades da borbulhante capital.

E fui aprendendo: distribuir currículos parecia realmente não fazer o menor sentido para conseguir um emprego.

Conseguindo caminhar na rota do sonho:

Finalmente meu primeiro emprego em São Paulo foi arrecadar dinheiro na rua, sim, na rua, para uma Fundação Social. Depois, tentei vagas de telemarketing.

Foi quando eu senti na pele o efeito do pré-julgamento: as pessoas, mesmo sem te conhecer o suficiente, fazem um pré-julgamento e você é condenada, sem defesa. Por ser graduada em Psicologia, a vaga não poderia ser minha. Somente para quem não tinha curso superior. Resultado? Desempregada.

Pelo que eu aprendi, após ter trabalhado em várias prestadoras de serviços e conhecendo a rotatividade, vejo como é cruel este pré-julgamento: acredito que eu teria ficado mais tempo naquele trabalho, do que candidatos menos qualificados. No entanto, por causa das políticas de emprego e da justiça trabalhista, eles não empregavam graduados para essa tarefa.

Mas eu era uma pessoa persistente, eu tinha um objetivo de vida. Isto foi o que sempre me motivou, e motiva até hoje.

O valor de saber pra onde se está indo

As vezes olho pra trás, para aqueles momentos, e percebo claramente que todos deveríamos batalhar para ter bem claros os nossos objetivos de vida, pois funciona como um farol na tempestade: você sempre sabe para onde está indo.

Um ano depois, minha família havia se conformado com a minha meta de vida, e de que eu não desistiria do meu sonho. Então eles desistiram de remar contra, e meu pai passou a me ajudar.

E isso foi especial.

Primeiro, me ajudou a alugar um apartamento – bem melhor que o Hostel, e foi o meu fiador. Aluguei esse apartamento com uma colega do interior. Lembro desse dia, e acho que jamais vou esquecer.

A vida é tão mágica quando você sabe pra onde está indo: o meu dinheiro já quase terminando, e de repente, sou chamada para uma nova entrevista: um novo emprego a vista. A mágica do universo conspirando pra quem sabe o que deseja, pensei.

Era uma dessas entrevistas para uma consultoria de empregos, e lá vou eu de novo.

Desta vez, foi uma escola para mim.

Lembro que o salário só dava para pagar o aluguel. No entanto, o que aprendi de novos conhecimentos e experiências não tem preço.

Naquela atividade, eu tive a chance de trabalhar em um lugar ético, um lugar sério, um lugar profissional. Lá eu aprendi não só os subsistemas de RH, mas também a valorizar muito o capital humano.

Seguindo o curso natural da minha nova vida, acabei me desligando dessa consultoria, que continuava pagando muito pouco, mal dava pra pagar o aluguel, e fui atrás de novos horizontes.

Objetivo atingido? Nasce um novo, na hora.

É engraçado, sabe, pra quem presta atenção a si mesmo: à medida que eu ia resolvendo e atingindo determinados objetivos, novos desafios eram imediatamente adotados, novas metas: e desta feita, eu já queria fazer pós graduação em psicologia organizacional e do trabalho.

Com a ajuda de novos amigos e até mesmo de novos clientes, logo me recoloquei em uma oportunidade temporária e depois em menos de um mês consegui minha terceira experiência importante em São Paulo. Nesta etapa, já matriculada na universidade para a minha pós.

No segundo semestre de 2014, devido a uma série de fatores, dentre eles a desistência da minha colega de apartamento, que retornou para o interior, eu tive que trancar a minha pós, pois eu não teria como pagar, e nem a minha família.

Minha nova meta: retomar a Pós no início de 2015. Em novembro de 2014, demissão em massa da empresa onde eu trabalhava. Motivo: “conjuntura macroeconômica do país”. E lá fui eu para aquele instante muito ruim da vida. Aquele momento em que você se questiona do porquê, no qual você revê sua vida todinha, acaba focando nos gastos e fica indecisa sobre o futuro.

Não fosse pelas minhas metas e objetivos muito claros, muito bem desenhados a adotados por inteiro em minha mente, eu teria cedido às sugestões da minha família, que, saudosa, insistia: “retorne para casa, minha filha”. Quase fiz isso.

O universo conspira – a favor

Mas eu não sou de me entregar fácil. Depois da rescisão, com os valores auferidos, acabei sanando as dívidas e mantendo meu aluguel. Logo na sequência, lá vem o universo de novo, encontro uma nova colega para dividir os gastos com moradia. E dei entrada no seguro-desemprego. É pouco mas é água pura.

Me recadastrei em todos os sites de vagas e reativei meu Linkedin. Naqueles dias tensos, minha rotina diária era uma repetição total: acordava cedo, me candidatava em todas as vagas da área e buscava novas conexões com profissionais da minha área. E publicava diariamente um texto novo sobre minhas competências técnicas.

E foi assim de dezembro de 2014 a março de 2015, absolutamente nada! Nenhum contato, nenhum telefonema, nada. Zippo! Caramba, pensei, o que está errado nisso? A única entrevista que arranjei nesse período levou mais de 30 dias para o feedback negativo: eu não servia para o “perfil desejado”. Lembro que a pessoa que me enviou o e-mail me chamou pelo nome errado no corpo da mensagem.

Mas eu? Sempre fui uma otimista de plantão. Sempre fui focada nos meus objetivos, minha meta pessoal, jamais desisti. Só que a gente também fraqueja: como qualquer ser humano, naquele momento um cansaço imenso me invadiu.

Fiz as contas de quantos meses ainda teria de seguro. Entrei em contato com a faculdade para saber o que aconteceria se eu não conseguisse me inscrever no meio do ano e pronto entrei em desespero.

Desespero que inspira?

Ah o desespero, todos temos direito a ele. E foi justamente o desespero, como tentarei explicar, a mola central, a mola mestra dessa impulsão, desse novo momento, desse fenômeno.

Neste dia triste do meio de março, e tomada pelo desânimo total, resolvo usar o Linkedin para desabafar. Fiz um texto simples, puro desabafo mesmo. Lá eu relatava minhas condições, expus meu objetivo e fiz um apelo, pedindo que não me descartassem por triagem, que não me descartassem por nada, que me entrevistassem.

Até então eu vinha recebendo muitos feedbacks de que eu não possuía o idioma ou curso para a vaga, de que eu estava abaixo ou acima do perfil, e tal e tal.

Então eu pedi: “pelo menos me convidem para a entrevista, que me deixem participar de uma entrevista”. Pra mim, isso me daria novas forças para continuar: eu funcionava assim.

A explosão de tráfego no meu perfil

Para a minha surpresa, no dia seguinte eu tinha mais de 200 curtidas, minha caixa de mensagens estava cheia. Eu recebi mais de cem convites de conexão. Meu Linkedin estava completamente louco, tudo havia sido quintuplicado, decuplicado.

Foi então que eu parei para refletir: o que levou o meu perfil, antes igual aos outros, ser visto por centenas de pessoas?  Acredito que isto se deu porque eu escrevi algo diferente do que os demais escrevem.

Percebi que eu também escrevia sempre a mesma coisa que os outros, mas não desta vez. Meu texto havia ficado diferente, minha emoção havia “vazado”, meu texto era simples e cruelmente honesto, verdadeiro, emotivo, sim, emoção pura.

Emoção verdadeira é tudo

Eu me despi do meu perfil profissional, deixei de lado minhas competências técnicas, larguei fora meu CHA, conhecimentos, habilidades e atitudes, e me apresentei pura e simplesmente como a Ana, um ser humano.

Com essa nova atitude, consegui atingir três públicos diferentes, até então ilustres desconhecidos:

— colegas de profissão que através da empatia começaram a me indicar vagas disponíveis. Alguns até se dispunham a revisar o meu currículo;

— trabalhadores que se encontravam na mesma situação que eu, desempregados e para a minha surpresa;

— executivos importantes que me mandavam mensagens destacando competências minhas que foram explicitadas na minha mensagem, tais como humildade, ousadia, persistência, foco nos objetivos, dentre outras.

Inspiração, motivação, entusiasmo

Senti que, de alguma forma, eu os havia inspirado ou contagiado com o meu entusiasmo e com a minha franqueza e honestidade.

Nossa !!!

E foi tamanha essa repercussão, que consegui até mesmo uma nova entrevista, logo no dia seguinte, para uma empresa que se revelou surpresa com as minhas competências humanas.

Um consultor de Brasília, que dirige uma agência importante ligada ao RH, me escreveu, contando que eu tinha o perfil mais visitado do Linkedin dentre seus seguidores naquela plataforma.

Que o meu perfil havia superado até mesmo algumas celebridades e citou 3 nomes importantíssimos do mundo das comunicações, das palestras e do treinamento.

Hoje o meu perfil está entre os mais visitados, todos os dias tenho recebido mensagens de apoio e indicação para vagas. E é claro que tudo isso reativou meu ânimo e me deu ainda mais forças para ir atrás das minhas conquistas.

E bem, vocês já me conhecem, minhas metas aumentaram. Claro!

Dizem que é no caos e no desespero que descobrimos nossos potenciais escondidos. Se você estiver lá, preste atenção ao seu coração.

Hoje acredito que embora tenha sido um ato simples, eu não tive medo de errar, de me expor como um ser humano e acabei me diferenciando daqueles que se vendem apenas pelas competências técnicas.

Então, voltei a estudar inglês e espanhol em casa e neste meio tempo estou realizando dois cursos que tem como foco a gestão por competências e foi então que eu compreendi, finalmente, porque fui tão “aplaudida” virtualmente pela galera do Linkedin.

O valor do capital humano

As empresas reconhecem cada dia mais o capital humano baseado nas nossas competências técnicas e comportamentais, mas infelizmente as pessoas tratam de se aperfeiçoar mais nas competências técnicas e esquecem de seus próprios potenciais e habilidades mais humanas, estas que já temos conosco, que trazemos da família, da infância, da nossa criação e experiências de vida. Nossas melhores habilidades potenciais não podem ser escondidas ou ignoradas.

E as empresas precisam disso, desse manancial de vida, de energia, de motivação, ainda mais neste mundo competitivo em que estamos.

As empresas precisam de pessoas que tenham não só as técnicas mas também o diferencial no comportamental, na atitude, na energia que compartilham.

Hoje eu acredito que para se tornar atrativo aos olhos dos que procuram colaboradores, é necessário fazer o que a maioria não faz:

Mostre qual a sua singularidade.

Cada um de nós é um universo inteiro, é um reino completo, uma mágica da natureza. Cada um de nós.

Tenho aproveitado este momento para me inscrever em todas as oportunidades indicadas, trocar experiência com profissionais que eu jamais imaginava ter contato um dia, são todas pessoas que eu admiro.

Continuo diariamente enviando e recebendo mensagens de ânimo e para manter foco nos objetivos, para ajudar tantos que estão na mesma situação que eu.

Minhas postagens têm sido muito curtidas e recebo mensagens de agradecimento, por impulsionar outros profissionais a não desistirem.

Hoje, ainda não me recoloquei, e a minha colega de moradia foi mais uma vítima dos cortes no mercado. Mas meu otimismo é inabalável, meu medo é zero, e tenho certeza de que chegarei onde quero.

É claro que já coloquei mais duas especializações em minhas metas. Assim, enquanto em modus-procurandis, vou evoluindo mais e mais.

Prometi a mim mesma que irei até onde eu quero, chegarei lá, o importante é ter isso em mente: não tenho problemas em tomar atalhos, ou desviar aqui e ali, desde que eu chegue exatamente onde eu quero, o sucesso na minha profissão de executiva de gestão de pessoas.

Eu sou Ana Karla Santos, um ser humano em recolocação. Espero de você duas coisas bem importantes: não desista do seu sonho, não perca o foco, e, por favor, deixe um comentário.  Compartilhe, brinque, recomende, agite.

Opinião da BRASILIDEA CONSULTORIA RH. 
Ana Karla Santos é psicologa pela UNIFAE de São João e pós-graduada em Psicologia Organizacional pela Mackenzie de São Paulo, tem 28 anos e uma já vasta experiência em recrutamento/seleção e desenvolvimento de pessoas, é designer de material de marketing e divulgação, elabora planos de desenvolvimento individual, e nós da Brasilidea Palestras recomendamos como uma pessoa espetacular para a sua empresa.
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Os números de 2014

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2014 deste blog.

Aqui está um resumo:

Um bonde de São Francisco leva 60 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 3.400 vezes em 2014. Se fosse um bonde, eram precisas 57 viagens para as transportar.

Clique aqui para ver o relatório completo

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SEUS PENSAMENTOS PODEM ADOECER VOCÊ ?

Será que meus pensamentos poderiam me adoecer?

 

Porque os pensamentos são tão poderosos

Pensamentos podem nos fazer ficar doentes?

Participo de muitos seminários, workshop de motivação, de criatividade, de liderança, e tenho aprendido muitas coisas.

Uma delas é o meta-pensamento, algo interessante, que diz respeito a como eu penso, de que maneira meus pensamentos se formam na minha mente, e como eles me surgem, de que jeito eu sou informado.

Penso muito sobre como eu penso.

Buscando sempre um jeito de gerenciar meus pensamentos.                                                         E tenho feito descobertas pessoais incríveis.

Nessa busca – pensar em como eu penso – já fui à Cidade do Cérebro,                             estudei a emotologia do fabuloso Professor Luiz Machado.

Participei de Seminários de PNL e estive nas palestras sobre O Segredo,                                 A Lei da Atração, indo beber diretamente da fonte.

Me treinei em três grandes seminários com o terapeuta e palestrante                           Roberto Shinyashiki, com vastas orientações sobre a mente humana,                                     ele que é um influenciador de palestrantes, um motivador de                                           campeões por excelência.

Estudo e assisto os seminários HSM internacionais onde palestra um                                   dos mais fabulosos gênios vivos deste planeta, o inventor e cientista                         Raymond Kurzweil, ou Ray como gosta de ser chamado, nos ensina                                     seus truques para inventar durante o sono.

Não perco uma palestra do fabuloso Renato Alves, um recordista brasileiro                         em memorização, ele que é um excelente técnico mnemônico, estudioso                   dedicado do funcionamento da memória humana, foco, concentração,                                     e ensina os jovens a estudar.

Sou fã e leitor assíduo de tudo que escreve nossa neuro-cientista brasileira                   Suzana Herculano Houzel, que compartilha seus vastos conhecimentos de       neurociências através de seus textos inteligentes, objetivos e intencionados.

Mais recentemente estudo meditação com o inglês Mike Hughes, sempre                           com o objetivo de compreender o funcionamento da minha própria mente.

Bem, são muitos os cientistas deste mundo que consideram que a mente                   humana é muito mais poderosa do que podemos supor, e a cada dia                             surgem mais evidências disso.

O fato apregoado de que só usamos 10% de sua capacidade já virou mito,                           hoje se sabe que o cérebro humano opera em alta velocidade – inimitável pelo               mundo digital nos próximos 50 anos, e que usamos muito mais de sua capacidade.         Mas ainda num processo errático e sem planejamento das consequências.

O problema (ôba) é que nosso cérebro é tão prolífero e poderoso para nos                 arranjar soluções quanto para nos criar problemas.  Se ele é poderoso para                     curar, em desequilíbrio ele também pode nos adoecer.  E nos viciar em                           certas substâncias por exemplo, compulsões variadas.

Minha busca, é justamente aprender a usar um pouco o poder desse cérebro                   aprendendo a gerencia-lo de modo a fazer as coisas positivas acontecerem,                             e aprendendo a isolar as coisas negativas. Evitar os indesejáveis é uma e a gente considerar, de acordo com tantos cientistas, que nossa mente é de fato poderosa,           então Gerenciar os pensamentos, buscando causar os efeitos desejados, e evitar                   os indesejados.

Então certos fatos recorrentes me chamaram a atenção:

Percebendo o poder da nossa mente, poderia dizer que meus pensamentos                   podem – sim – me adoecer.  Conto aqui uma experiência que me aconteceu.

Fui convidado recentemente por uma Universidade de Brasília a dar aulas de criatividade e inovação numa de suas turmas de MBA em Gestão Empresarial.  A principio, fiquei feliz com o convite, aceitei, e fui me preparar para o evento.

A medida em que essa preparação avançava, comecei a notar certas ideias e frases em minha mente, que diziam o seguinte:

“Mas você nunca deu aula antes, como vai se sair?”                                                                “Será que isso vai dar certo? Você não tem nenhuma experiência em sala de aula.”                “E se alguém questionar sua preparação e capacidade de fazer isso?”                                    “Se algo errado acontecer, como eu me protejo?”                                                                      “Como ficará a minha imagem profissional?”

Sua mente é tão poderosa que seus pensamentos podem fazer você doente.

Mas não é uma relação direta, sempre. É uma relação sutil, onde causa e efeito não costumam andar de mãos dadas.  Mas esses pensamentos vão mexer em muitas coisas em você, entre elas a sua segurança, sua auto-confiança, e você pode sentir muito mais medo do que seria esperável. Não se enganem: palestrantes famosos costumam tremer antes de entrar no palco. E dizem “quando eu não sinto aquele medinho, aquele frio-na-barriga, daí sim é que acho que tem alguma coisa errada”.  Pois é, medo faz parte, mas pânico, bom, aí já é exagero.

É comum as pessoas sentirem dor-de-cabeça no dia seguinte a um evento paniquento desses logo no final do dia ou no dia seguinte. Tensão faz isso.

Mas estou me referindo a ter dor-de-cabeça ANTES do evento, ou durante o evento.

E foi assim que aquela enxaqueca foto-luminescente me pegou no meio da minha aula de criatividade na Universidade. De repente, alguém fez uma pergunta, então olhei na direção da pessoa que perguntou, e não consegui ver seu rosto.  Como eu já imaginava que as minhas perguntas iriam me causar algo, logo relacionei as duas coisas.

Esse tipo de enxaqueca – e é assim para a maioria das pessoas que tenho entrevistado ao longo dos anos – é causada por stress – em primeiro lugar – e por algum tipo excessivo de exposição a luzes fortes, daquele tipo que marca sua retina por alguns minutos com um brilho que demora 4 ou 5 minutos para desaparecer. Nesse meio tempo, você vai ficar completamente cego em todo o seu campo visual, como uma TV fora do canal, e depois se recupera e tudo volta ao normal. Bem, aí é que vem a dor-de-cabeça lancinante.

Eu sabia disso, e sabia a causa, não era luz, era o stress pré-traumático como gosto de chamar essas tensões de antes das coisas rolarem. Pois é, então fiz o seguinte: primeiro, respirei profundamente, entre uma frase e outra, disfarçando para que a platéia não se apercebesse.

Depois inventei umas dinâmicas de grupo. A sala se desmontou toda, se distraiu arrastando cadeiras e começando conversas em todos os cantos, e a atenção fugiu de mim justamente os 10 ou 12 minutos que eu precisava para me recuperar, tomar um gole de água, tomar um analgésico na secretaria e pronto.  Dominei sem precisar interromper nada. Claro, a dor de cabeça foi o preço que tive de pagar depois, mas não perdi a aula, mesmo tendo ficado completamente cego por quase 4 minutos inteiros.

Fiquei foi muito feliz com a experiência, que me mostrou uma faceta perfeitamente gerenciável do nosso cérebro: não deixe ele fluir com os pensamentos que quiser. Você comanda ele, faça com que ele te carregue para as boas energias, para que seja otimista, para que interrompa o fluxo de negatividades.  E sempre que ele começar a tentar te avisar de que um tigre-dentes-de-sabre está te esperando na primeira esquina, mande ele relaxar, e pensar em alguma coisa muito interessante que você irá encontrar. Então em vez do tigre, você pode encontrar a alegria de viver, a felicidade, uma namorada nova, um carro do seu sonho pra vender por uma pechincha, vai saber?

Domine seu cérebro, não deixe que ele tome conta do jeito que quiser. E pratique alguma das formas de meditação para diminuir a intensidade mental, relaxar a mente, aquietar os pensamentos, aprendendo a dominar melhor a velocidade do seu supercomputador de 1 quatrilhão de bytes.

Escreva para mim, caso queira saber mais.

Contato@brasilidea.com.br – Roberto Guimarães – CEO  & Founder da www.brasilidea.com.br – Palestras, Treinamentos, Workshop                                                     e Coach/Holomentoring ISOR

 

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PRECONCEITO: NÃO CAIA NESSE JOGO!

Não caia nesse “JOGO”

O nome do jogo? Preconceito, assédio moral, racismo, o que for.

Todos nós somos por ele atingidos de uma maneira ou de outra, seja como autores ou como alvo dele. Isso é um comportamento quase pré-histórico, hereditário por assim dizer mas que infelizmente vem se repetindo constantemente ao longo dos tempos.

Isso provoca em quem o sofre marcas profundas, magoa, fere, machuca. Eu também já fui atingida por  isso; aos 9 anos de idade e até hoje me recordo do ocorrido e olha que  isso já têm 33 anos. Isso poderia ter interrompido a minha vida, poderia eu ter me intimidado, me acanhado, me inferiorizado perante a sociedade.

Essa atitude é muito danosa às pessoas e é geralmente provocado por pessoas frustradas, vazias, amarguradas, quem sabe fracassadas emocionalmente, invejosas, pessoas arrogantes demais para perceber que não somos nada além de seres humanos aprendizes desse jogo que é a vida.

A vida está sempre jogando com a gente e quem sabe inesperadamente as coisas trocam de lugar.   Sim, as coisas podem mudar de lado, às vezes as cartas nos favorecem e outras vezes elas nos puxam o tapete e podem nos levar a situações que antes eram alvo do nosso sarcasmo, do nosso descaso, do nosso riso.

Não sei se conhece ou se lembra da parábola Águia ou Galinha, para quem não se lembra dessa velha parábola ou mesmo não conhece, ela conta:  “certa  vez,  um camponês andando pela floresta, encontra caído  ao  chão um ninho de águia, com um filhote bastante machucado, que havia caído junto com o ninho do galho mais alto, de uma das árvores mais alta do local.

Com  pena da ave, levou-a para sua casa e tratou-a dia a dia. Aos poucos  foi  se recuperando, e o nosso camponês, sem ter onde deixá-la, acabou colocou-a no galinheiro, junto com as suas galinhas.

E,  assim,  a  pequena águia  foi crescendo e aprendeu a se comportar exatamente como as galinhas.  Os  anos  se  passaram, mas um certo dia, o camponês recebeu a visita de um naturalista que, ao ver a águia no galinheiro, afirmou:

“Este  pássaro  não é uma galinha, é uma águia, a rainha das  aves,  aquela  que  voa mais alto e que mais perto chega do céu e do sol.  A maior de todas as aves”.

O camponês confirmou o que ouviu, mas retrucou:
“Não. Ela  já  foi  uma águia. Ela foi águia quando nasceu, mas hoje é uma galinha.      Veja, ela se comporta exatamente igual às galinhas”.

O  naturalista não se conformou e pediu ao camponês para deixá-lo  libertar  a  águia.

O  camponês  não  tinha  nada a opor, mas advertiu:   “Não  adianta.  Você verá que ela não é mais uma águia, pois  eu  não  sei há quanto tempo ela já está aqui e durante todos esses anos ela sempre se comportou como uma galinha”.

O naturalista pegou a águia e disse:

“Você  sempre  foi,  é  e sempre será uma águia.  Você nasceu  para  voar  muito alto, para ser a maior de todas as aves, a mais poderosa.  Você  não  é uma simples galinha.  Vamos, voe em direção ao céu e ao sol, pois é o seu destino”.

A águia olhou para baixo, viu as galinhas e pulou para o chão, ficando entre elas.   O camponês comentou:

“Não  lhe disse?  Ela perdeu o espírito de águia e agora é uma simples galinha”.

O naturalista não se conformou e retrucou :

“Não. A  natureza  dela  não  é  essa.  Amanhã vamos levá-la para o alto da montanha mais alta, lá ela verá o sol e voará como uma águia que é”.

E  assim fizeram.  No dia seguinte levaram a águia até o alto da montanha mais alta e o naturalista repetiu :

“Vamos! Você é uma águia, uma das mais belas criações de Deus.   Você foi feita para vencer, não pode continuar agindo como uma simples  galinha. Voe. Observe o céu e o sol, eles são os seus objetivos, e não a terra, o chão de um galinheiro”.

A princípio a águia, de forma muito medrosa, procurou as galinhas,  mas  como  não  as  encontrou por perto, bateu nervosamente  suas enormes asas, com quase 3 metros de envergadura; aos poucos foi  criando coragem e depois de algumas tentativas frustradas e de muito medo  conseguiu alçar pequenos voos.

Mais um pouco e ela se sentiu com a coragem necessária para voar em direção ao sol e ao céu; e lá foi ela, galhardamente,  realizar  o  seu  projeto de vida, para o qual havia sido criada.”

Dessa parábola, podemos tirar muitas lições, contudo, vou me ater àquela que me inspirou a escrever sobre esse tema.

Assim como a Águia não nascera galinha, o “HOMEM” também não nascera preconceituoso, e se é o ambiente em que ele vive que o torna preconceituoso, podemos então concluir que o preconceito é algo social e não inato aos seres humanos e sendo assim, somos nós mesmos quem poderemos erradicar esse mal do nosso meio social é claro que com muita lucidez e muito esforço; esse mal que exclui, que afasta, que diminui que tem transformado nossa sociedade em segmentações minoritárias por estramos arraigados numa visão sectária do diferente.

Aprenda com a diversidade, valorize o brilho dos olhos antes de contemplar a cor da pele, contrate pessoas por seu potencial e não por sua deficiência, não julgue as pessoas por sua opção sexual,  por seus dogmas religiosos, mão queira fazer parte desse tal padrão dominante que despersonaliza a sua característica mais preciosa que é ser você mesmo.

Controle seu punho, suas atitudes e sua língua. Não somos mais primitivos, são novos tempos, em que a maneira de pensar do indivíduo moderno é influenciada pelo descobrir, pelo criar e por refletir. Novos tempos em que as certezas se transformam em interrogações. Novos tempos, em que a relação com o conhecimento experimenta mudanças decorrentes de uma criação constante do diferente, e a singularidade e a pluralidade se tecem de forma articulada.

Então, não caia nesse jogo!

Patricia_ArakakiPATRÍCIA ARAKAKI é Palestrante da BRASILIDEA PALESTRAS, especialista em diversidade, tem palestras exuberantes sobre superação, motivação, realização pessoal, e sobre os mistérios da vida, que ela enxerga através de apenas 5% de sua capacidade visual total, e vem ensinando as pessoas a enxergarem mais longe.

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ABACATE pode reduzir seu risco de diabetes tipo 2.

Usar abacate nas refeições, um segredo na batalha anti-diabetes.

Usar abacate nas refeições, um segredo na batalha anti-diabetes.

Livre Tradução de Medical Health Press e-Bulletin,

Abacate não é apenas uma fruta saborosa que você pode adicionar na sua salada e curtir seu sabor e textura. Essa fruta, cheia de gordura saudável, pode ajudar a equilibrar os níveis de insulina após a sua refeição.

Pesquisadores da Universidade de Loma Linda, na Califórnia, recentemente conduziram um estudo para estudar os efeitos da adição de um abacate fresco durante a refeição, na hora do almoço. Os pesquisadores misturaram alimentos ao abacate, ou simplesmente adicionaram abacate ao menu do almoço existente.

Incluir o abacate na refeição não parece alterar o número de calorias consumidas. No entanto, a adição do abacate teve o efeito de reduzir a fome nos participantes do estudo. Isso ajudou a conter o desejo de comer demais, melhorando a saciedade nesses voluntários que já estavam lutando com problemas de peso.

Ainda mais importante foi a capacidade do abacate de uniformizar os aumentos nos níveis de insulina que acontecem depois que uma refeição é consumida. Estes aumentos são comuns em pacientes com pré-diabetes. O processo envolve as células beta, que produzem insulina continuamente e a armazenam dentro das células.

Quando você fica sem comer por um período de tempo maior, então as células beta liberam um pouco de insulina em sua corrente sanguínea. Isso permite que as células utilizem açúcar no sangue mesmo se você estiver num período entre as refeições.

Uma vez que você realmente coma a sua refeição, a insulina armazenada é liberada imediatamente. Quando o açúcar no sangue sobe acima de 100 mg / dl, as células beta vão liberar mais insulina em sua corrente sanguínea. Em uma pessoa saudável, a “liberação de insulina primeira fase” vai manter o açúcar no sangue fazendo-o subir muito alto porque a insulina leva a glicose que vem da refeição que você acabou de digerir. No entanto, quando uma pessoa é resistente à insulina, é preciso muito mais insulina para tratar a glucose a partir de uma refeição. Eventualmente, seu corpo não consegue produzir insulina suficiente para lidar com a glicose pós-digestão e seu açúcar no sangue aumenta drasticamente.

Os pesquisadores gostariam de realizar mais estudos para determinar o potencial do abacate para melhorar a resposta à insulina no sangue. A equipe de pesquisa também gostaria de saber mais sobre a capacidade do abacate de provocar a saciedade. Tomados em conjunto, estes novos caminhos de pesquisa poderia fornecer mais uma prova de que o abacate tem um papel em retardar ou evitar a diabetes e no controle de peso.

Aqui está outro grande benefício para a saúde com a ingestão de abacate: ele poderia aumentar a capacidade do organismo de absorver os carotenoides, aumentando a sua saúde. Os pesquisadores descobriram que quando você adiciona um pouco de abacate numa salada, por exemplo, essaa fruta saborosa pode aumentar a absorção de dois carotenóides importantes: beta-caroteno e licopeno. De fato, a adição de um copo de abacate fresco pode aumentar a absorção destes dois antioxidantes potentes em quase 300%!

Os pesquisadores acreditam que esse aumento da absorção é provavelmente devido ao fato de que os carotenóides são solúveis em gordura e o abacate passa então a ser uma rica fonte de gorduras saudáveis​​.

Adicione um pouco de abacate fresco ou óleo de abacate, se você não gosta da textura do abacate, na próxima salada que você comer,  e você estará aumentando consideravelmente a quantidade de antioxidantes que absorve em suas refeições.

A autora é da área de saúde nos Estados Unidos: Helen Martyre

Do tradutor:

Esperamos que a tradução e publicação deste artigo possa ajudar muitos pré-diabéticos a retornarem aos níveis normais de açúcar no sangue, esquecendo esta classificação para sempre.  Roberto Guimarães da BRASILIDEA PALESTRAS – diagnostico de pré-diabete.

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Metacompetências foi o tema. 2º Encontro O CAFÉ DO RH

Metacompetências - o Segredo do Sucesso

Roberto Guimarães, um dos idealizadores da nova Comunidade Presencial de Gestão de Pessoas O CAFÉ DO RH apresenta a palestrante Lucia Helena que falou sobre METACOMPETÊNCIAS.

Comunidade Presencial do RH O Café do RH 2 – Brasilia DF – Idealizada pela parceria entre a Brasilidea Palestras, Bazeggio Consultoria e o Grupo de Teatro Amarração, o encontro reúne gestores de Recursos Humanos em ambiente descontraído.

Aconteceu ontem (09/09) em Brasília o segundo encontro do Café do RH. Roberto Guimarães, um dos realizadores desse interessante evento, abriu o encontro de diretores, gestores e coordenadores que atuam na área de gestão de pessoas e RH no Distrito Federal.

Resultado da parceria entre a Brasilidea Palestras, a Bazeggio Consultoria e o Grupo de Teatro Amarração, o evento foi projetado para reunir gestores e profissionais da área de Recursos Humanos em um ambiente descontraído, propício para a troca de ideias, atualização profissional e networking entre os participantes.

O objetivo é congregar todos os dirigentes para atualização em temas inéditos e que a cada encontro as pessoas saiam com dicas práticas de uso imediato”, explica o educador corporativo e empresário Evaldo Bazeggio.

Para permitir a aplicabilidade imediata são realizadas palestras com duração entre 15 e 18 minutos. Com o tema “Metacompetências”, o encontro foi iniciado com a apresentação da palestrante e especialista em Transformação de Pessoas e de Organizações Lucia Helena, de Santos (SP) sobre as Metacompetências como o diferencial dos profissionais de sucesso nas organizações. Helena destacou que muitos profissionais considerados competentes acabam sendo demitidos por apresentarem alguns comportamentos  específicos:

  • Prepotentes: Acham que sabem tudo e por isso deixam de aprender;
  • Dinossauros: Não mudam e por isso são extintos;
  • Avestruz: Acham que nada é com eles – enterram a cabeça na areia.

A consultora concluiu sua brilhante apresentação ressaltando as características desejadas em profissionais metacompetentes (aqueles que vão além das competências):

  • Bom Humor – Alto Astral: Algumas empresas já colocam essa exigência nos anúncios de recrutamento;
  • Comprometimento com o sucesso da organização;
  • Visão de futuro;
  • Flexibilidade;
  • Capacidade de Estabelecer Conexões.

A dramaturga e consultora empresarial Cleuza Brandão, do Grupo de Teatro Amarração falou sobre o perfil profissional desejado pelas 130 Melhores Empresas para se Trabalhar apresentadas em uma pesquisa da GPTW, e sobre a influência da vivência teatral para o desenvolvimento humano e profissional, com foco em Metacompetências. Três gestores públicos relataram suas experiências em teatro corporativo e a contribuição dessa vivência para o desenvolvimento pessoal e profissional, em termos de comportamento e atitude.  Orency Francisco da Silva, diretor do Portal Saúde,  o Plano de Saúde dos Correios, Gilda Coqueiro Gregório, gerente de gestão de pessoas da Previdência Privada dos Servidores Públicos, e Eloisa Medeiros, coordenadora-geral de Políticas de Desempenho e Desenvolvimento de Pessoas do Ministério do Planejamento.

Ao final, Evaldo Bazeggio,  concluiu o encontro do dia desafiando a todos que buscassem conversar com quatro pessoas que nunca viram antes. Sobre o evento como um todo, vários participantes deram seu depoimento a exemplo de Pauline Sousa que destacou a “excelente administração do tempo” , Denise Nunes que ressaltou a “a casa cheia e a importância dos temas abordados” e Lidiane Almeida que disse: “certamente vou participar dos próximos”.

Contamos nesse evento com o apoio total da direção da casa de eventos Oasis 300, na pessoa do Hércules Szervinsk, diretor geral da casa, com o fabuloso Jonas Guedes da Agência WED, que trabalhou firme na divulgação via marketing digital, e da galera da Brasilidea Palestras, na pessoa da Lucia Helena Palestrante, das equipes da Bazeggio como o fantástico Patrick e a nossa querida Márcia Onilia, todos os demais que não citei, recebam nosso abraço de reconhecimento e carinho pelo sucesso que se deve a vocês.

Roberto Guimarães da Brasilidea Palestras, Evaldo Bazeggio da Bazeggio Consultoria e Cleuza Brandão do Grupo Amarração de Teatro Corporativo.  www.brasilidea.com.br

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Como se Originam as Doenças

Uma visão inédita, oriunda dos conhecimentos profundos da Milenar Medicina Chineza, que nos trás o fantástico Palestrante Davi Palma.

Uma visão inédita, oriunda dos conhecimentos profundos da Milenar Medicina Chinesa, que nos trás o fantástico Palestrante Davi Palma

 

 

Tem alguns dias vi esta frase no Face, e achei muito interessante, é muito parecido com uma postagem anterior onde coloquei um ditado Chinês que diz:

“Os sábios não esperam a doença, eles a preveem, é muito tarde para se furar um poço quando se tem sede, ou forjar armas quando a batalha já começou.”

Em cada célula existem vários agentes de manutenção da vida.

Um desses agentes responsáveis pela absorção da energia nutridora (ATP) é a mitocôndria, parte responsável da célula pela absorção desta energia. Podemos comparar a mitocôndria como a “indústria” da célula. Se a célula precisar de mais energia para efetuar melhor suas tarefas, a mitocôndria se divide e praticamente dobra a quantidade de absorção de energia. Se por algum impedimento a absorção de energia ou nutrientes fica debilitada, esta célula começa a ficar doente. Para que este mecanismo funcione adequadamente, dependemos do pleno funcionamento de outros sistemas.

  1. Primeiro fator a ser considerado é se esta havendo uma boa alimentação e consequentemente uma boa digestão.
  2. Segundo fator é se esta havendo uma boa respiração não só em caráter de funcionamento pulmonar bem como os agentes inspirados e expirados diariamente. São estes dois fatores responsáveis pela matéria prima do ATP.
  3. Terceiro fator é se está havendo uma boa distribuição desta energia e da troca de gases. Isto é feito através de um bom funcionamento do sistema circulatório.
  4. O quarto fator é uma boa comunicação de estado geral da célula com o centro de controle do corpo. Isto é feito através de transmissão neuronal ou nervosa que inicia a célula através das terminações nervosas.
  5. Um quinto fator a ser considerado, é, se está havendo um bom sistema de manutenção da célula, que envolve a retirada dos resíduos depositados nos interstícios celulares, papel este desempenhado pelo sistema linfático.

Por considerarmos que um conjunto de células forma um tecido, um conjunto de células doente formará um tecido doente, e um conjunto de tecidos doentes fará um órgão doente e com um conjunto de órgãos doentes teremos um aparelho ou sistema doente e assim um indivíduo doente. (fonte IOR).

Então percebemos que as coisas começam muito pequenas, a partir de uma célula, por isso é muito importante, procurar se alimentar bem, respirar corretamente, fazer atividade física constantemente, se relacionar bem com as pessoas, e acima de tudo viver com muito amor, esse é o grande combustível que precisamos.

Um bom dia a todos, e se cuidem.     Davi Palma.

 

ele quem é:
Davi Palma
Palestrante da BRASILIDEA – A Sua Agência de Palestras
Consultor Empresarial e Palestrante Motivacional.

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A NOVA SÍNDROME DIGITAL: NOMOFOBIA !

 

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Artigo de Luiz Roberto Fava

 

A combinação fatal:  celular + internet

Sem dúvida alguma, os aparelhos de telefonia móvel estão cada vez mais aperfeiçoados e fazendo com que as pessoas se conectem a qualquer hora e em qualquer lugar para não apenas receber e transmitir mensagens, mas também para seu próprio lazer, como assistir vídeos, ler e-books ou se divertir com jogos eletrônicos.

A verdade é que o aparelho celular, aliado à internet, tem causado uma mudança radical na comunicação entre as pessoas, além de conferir ao seu possuidor um status econômico e social.

Este é o lado bom. Mas, como em tudo na Vida existe dualidade, aqui também existe um lado ruim; talvez, muito ruim.

Dependente Digital ?

O emprego de aparelhos celulares permite que se fique conectado por todas as horas do dia. E isto está causando uma dependência que se assemelha ao tabagismo, ao alcoolismo, à cleptomania e ao uso de drogas ilícitas; uma dependência tão nociva que acaba alterando o comportamento de seus usuários.

Este novo “vício” é mais um distúrbio causado pela modernidade, como a doença da pressa ou a síndrome do pensamento acelerado. Seu nome é NOMOFOBIA.

A nomofobia nada mais é do que o medo de ficar sem o celular e se sentir inconectável, seja por ter esquecido o aparelho em casa, ficar sem créditos, com a bateria prestes a acabar ou estar fora da área de cobertura.

A Origem da Palavra NOMOFOBIA

A palavra nomofobia tem sua origem na expressão inglesa no mobile phobia ou no mobile phone phobia e foi inicialmente observada na Inglaterra e vem se adicionar aos distúrbios da ansiedade gerados pelo estresse da vida moderna.

A associação da telefonia móvel com o uso ilimitado da internet fez com que esse “vício” se alastrasse pelo mundo todo.

Pesquisas tem demonstrado que a faixa etária mais jovem, especificamente entre 18 e 24 anos, é a que apresenta os maiores índices desta dependência. Algumas mostram ser impossível ficar sem se conectar por um período de, apenas, um dia. Outras mostram que as pessoas se mantem conectadas até no banheiro enquanto fazem suas necessidades básicas.

O estudo realizado pela empresa YouGov para o Departamento de Telefonia dos Correios Britânicos, em 2008, e que envolveu mais de 2000 adultos no Reino Unido, mostrou que a nomofobia chegou a afetar 53% dos usuários, independentemente do sexo da pessoa.

Os principais sinais da nomofobia são:

  • A incapacidade de desligar o telefone;
  • A verificação obsessiva de chamadas perdidas, e-mails e textos;
  • Ser incapaz de aumentar a vida da bateria; e,
  • Ser incapaz de ficar sem o aparelho, até mesmo para ir ao banheiro.

Os principais sintomas físicos associados à nomofobia são:

  • Tremor;
  • Suor excessivo;
  • Falta de ar;
  • Vertigem;
  • Náuseas;
  • Dor de cabeça;
  • Sensação de nudez.

É parecido com algo que você já sentiu?

Conhece alguém assim?

Com relação aos sintomas mentais, os nomofóbicos são pessoas impacientes e impulsivas e onde a ansiedade pode gerar fobias sociais, síndrome do pânico e até depressão. Ainda podem se sentir rejeitados e frustrados quando ninguém lhes telefona ou quando seus amigos recebem mais ligações que eles.

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A Outra Consequência Grave

Diz Respeito aos Relacionamentos

O uso constante do binômio celular + internet pode acabar distanciando o convívio entre as pessoas, diminuindo seu inter-relacionamento pessoal e familiar e fazendo com que a pessoa se sinta mais segura vivendo mais no mundo virtual do que no mundo real. E isso pode, indiretamente, leva-la ao isolamento social.

Como em todo vício, existem técnicas para seu tratamento, desde que corretamente diagnosticada. Muitas vezes o acompanhamento psicológico e/ou psiquiátrico é recomendado, sem excluir o papel da família, que é fundamental.

Esta “troca de vida” (mais virtual do que real) não está acontecendo apenas entre os jovens. Os adultos também estão se “viciando” haja vista que muitas coisas também são incorporadas aos aparelhos celulares, como aplicativos, e-mails, orçamentos, agenda, lista de compras, etc.

Concordo que não é fácil se manter “desplugado” quando se faz parte de uma sociedade altamente tecnológica como a dos dias de hoje. Entretanto, o aparelho celular deve ser uma ferramenta que venha em nosso auxílio em todos os aspectos de nossa vida, sejam eles pessoais ou profissionais.


“O aparelho de telefonia móvel deve ser o nosso “escravo”

e não o oposto, onde as pessoas estão sendo escravizadas por ele.”

             Luiz Roberto Fava


 

Para que você não se torne nomofóbico, faça dele algo que facilite a vida, pois o maior problema não está no aparelho em si mas no mau uso que fazemos dele.

Devemos extrair do binômio celular – internet tudo o que de bom ele tem para nos oferecer. Basta que aprendamos a extrair dele aquilo que nos ajude, não o que nos vicie.

E você, caro leitor ou leitora, como anda a sua relação entre você e seu celular?    Pense sobre isso para viver melhor consigo mesmo (a).

 

Especialista em Endodontia e Palestrante da Qualidade de Vida

Especialista em Endodontia e Palestrante da Qualidade de Vida

O AUTOR:

LUIZ ROBERTO FAVA

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Marketing Digital para Vender Serviços

Hoje você precisa saber divulgar na internet

Dominar marketing digital é um dos fundamentos modernos do sucesso

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Para associar a venda de serviços aos meios de comunicação digital é preciso compreender primeiro como essas ferramentas funcionam para esse fim. Qual seria a melhor forma de utilizar de maneira positivao meio virtual para vender os serviços que a sua empresa fornece? Pensando nisso, conversamos com Rodrigo Losina, diretor de uma empresa de cursos profissionalizantes on-line e off-line, que quase não trabalha mais com a divulgação de seus produtos e serviços em mídias físicas. Encontrou no marketing digital a resposta para atingir diretamente o público-alvo da sua empresa.

 

“Aproveite tudo que existe nos novos meios de comunicação. Principalmente a possibilidade de mensurar resultados todos os dias”. Assim terminou nossa conversa com Rodrigo Losina. Fazendo uma reflexão os novos rumos da comunicação – quehoje não é apenas uma tendência, mas uma realidade. Com a proliferação dos smart phones e o uso de tablets;divulgar a marca nas mídias sociais é parte do dia-a-dia das empresas. Ranqueamento nas páginas de busca é parte do orçamento, associado a uma produção de conteúdo com propriedade para melhores resultados.

 

E-mail marketing, redes sociais, Google AdWords e etcétera. São tantos os recursos que às vezes não sabemos nem por onde começar. Ou se estamos fazendo certo. Será que sua empresa está bem inserida nas mídias digitais?Segundo Losina, que nos contou um pouco da rotina de sua equipe nas ações de marketing da empresa, tudo faz parte de um grande processo. O e-mail marketing, por exemplo, é considerado por ele uma ferramenta incrível, mas que não deve-se abusar do uso. O cliente em potencial não quer receber spam nem e-mails de listas que não se cadastrou.  Além do fato de que fazer isso gera um resultado negativo para a marca da empresa. Hoje em dia os provedores se tornaram muito mais rígidos. É importante pensar antes de mandar um e-mail – quem é essa pessoa que vai receber esse e-mail? Ela tem algum vinculo com a empresa? Ela tem interesse em receber os e-mails?

 

Mas e que lista é essa afinal? Uma lista de e-mails é a rede de relacionamento virtual de uma empresa. Onde ela tem inúmeros endereços para fazer a sua divulgação. Muitas empresas optam por comprar listas prontas, com mais de cem mil endereços de e-mail cadastrados em alguns casos. Mas comprar listas de e-mails é um tiro no pé. E ser marcado como spam é algo que sua empresa não quer. Losina comenta que sua estratégia é dar sua newsletter ao cliente sempre do jeito que ele quer. “Ele pode escolher o que quer receber de nós em sua news. Tem que ser um formato que tenha alguma continuidade, uma sequencia para mantermos o contato”. Contudo, a indicação ainda é o melhor movimento para se montar uma lista de e-mail marketing. Pessoas ouvindo falar de outras pessoas sobre a sua empresa e entrando em contato. Passar a conhecer empresas através de uma newsletter vinda de uma lista em que a pessoa não se cadastrou, não parece ser a melhor das estratégias para a empresa.

 

Outra ferramenta de comunicação que não se pode estar de fora atualmente são as redes sociais. Estar lá nem sempre quer dizer que seu objetivo é necessariamente vender. Na maioria dos casos a intenção é fazer parte do que os clientes estão compartilhando com seus amigos.  Para isso é preciso entender de que forma o público da empresa interage com o seu circulo social. Mas principalmente, compreender que não basta estar lá, tem que conseguir responder as pessoas que entram em contato com a empresa pelas muitas redes sociais.

 

Mas estar conectado não significa menos conteúdo. Tem que agregar valor, não apenas resultados de ranqueamento no Google. Produzir um material com propriedade e não apenas um redirecionamento de links de outras páginas com conteúdos.Se sua empresa já está inserida nos meios digitais, faça uma avaliação do método que está sendo utilizado para chegar até o cliente. Converse, pesquise, peça orientações, veja as ações dos concorrentes e não esqueça de deixar um espaço em sua página na internet para que as pessoas possam se cadastrar e receber a newsletter da sua empresa. Mas se ainda não está lá, comece a elaborar uma estratégia para fazer parte desse mundo que já é parte da elaboração de um plano de comunicação empresarial 3.0.

 

Artigo de autoria da VoGoz Comunicação

Direção Vanessa Kliemann de Oliveira e Cristiane Ruiz.

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