AS 7 TENDÊNCIAS DOS BANCOS PARA 2030

Traduzido e adaptado de um texto de 

As crises financeiras e dívidas sacudiram o setor bancário global a partir de um período de relativa calma e prosperidade, que se transformou gradativamente em período de grande incerteza. Como esses choques costumam criar desgastes, a indústria trabalha para se adaptar, então temas-chave estão emergindo, que vão afetar os modelos do negócio bancário ao longo das próximas duas décadas. Desenhamos a seguir oito das principais tendências que são passíveis de moldar a indústria bancário para 2030 e mesmo depois.

 O banco do futuro já existe.

O banco do futuro já existe.

  1. 1 – Nacionalismo x globalismo

    O nacionalismo versus o globalismo: existirão limites sobre o modelo bancário global, o que ainda não acontece hoje de modo mais claro e definido. Os novos desafios econômicos poderão empurrar muitas nações a adotar abordagens comerciais protecionistas. Isso afetaria a capacidade do setor bancário para entrar ou sair do mercado e restringem as estruturas de propriedade e repatriação de fundos.

    2 – O capitalismo de Estado

Uma nova força no setor bancário mundial. Embora a arquitetura exata de regulação global continua a ser desenvolvida num trabalho em andamento, o envolvimento do Estado, tanto na estrutura e operações diárias do setor bancário está inexoravelmente crescente. Apesar dos obstáculos da nova regulamentação, essa mudança também irá gerar novos modelos de negócios como os governos com recursos limitados, a acolher parcerias com instituições capazes de fornecer ideias, capital e habilidades operacionais.

3 – Comércio: oportunidade e volatilidade.

Porque a maioria do comércio tem lugar dentro das regiões, os bancos globais terão de alavancar a expertise de fortes parceiros regionais. Amarrado a este tema, os bancos globais bem-sucedidas em 2030 serão também conhecidos por seus altos padrões de serviço e relacionamento com o cliente de longa data.

4 – Novos mercados emergentes surgindo

Em 2030, muitos mercados atualmente apelidados de “emergentes” ou “em crescimento” já terão atingido a sua maturidade. Na Ásia, América Latina e África, um novo conjunto de mercados de alto crescimento terá tomado seu lugar. Bancos globais serão capazes de competir nesses mercados, mas eles terão que navegar com cuidado, em necessidades e regulamentações locais

5 – Demografia: uma geração urbana muito mais velha

Demografia irá conduzir o futuro dos bancos. As previsões indicam que os habitantes globais ultrapassarão 8 bilhões em 2030, uma população que será cada vez mais idosa. Novos modelos de negócios bancários serão necessários para atender a esse envelhecimento, e cada vez mais urbano, e mais demográfico.

6 – Os relacionamentos: mais pessoal, maior confiança

Os clientes estão tomando mais controle de suas relações financeiras, e esta tendência não deve mudar. Em 2030, os bancos vão aprofundar as suas ligações pessoais com os clientes através de técnicas de análise de dados que podem parecer fantásticas para os padrões atuais. Do lado de fora, o modelo de negócio para um único banco global em 2030 pode vir a se parecer com centenas de bancos, cada um com um produto específico que se adapte a um segmento de clientes discretos.

7 – Os pagamentos: novos mercados e novos modelos

A tecnologia está mudando o segmento de pagamentos do setor bancário a uma taxa extraordinária. Principais desenvolvimentos incluem: Serviços de concorrência das não-bancárias, fornecedoras de serviços de pagamento (PSPs) que oferecem inúmeras possibilidades, como se fossem serviços bancários. A demanda dos clientes por mais velocidade, custos menores e em qualquer lugar, a qualquer hora poder efetuar pagamentos. Mais transações gerenciadas através de intercâmbios afetadas pela regulamentação de over-the-counter e seus derivados. Maior foco na redução do risco sistêmico e controle devido aos regulamentos de pós-crise.

Concluindo:

Os bancos, hoje, estão preparados para hoje, não para esse amanhã. Tendências de volatilidade dos mercados, associada com a insegurança crescente de operações ainda manualizadas em cash dispenser’s, os ATM’s, que já usam sistemas de fumaça e controles de vibração para evitar os danos aos equipamentos, aliados à velocidade das mudanças proporcionadas por uma tecnologia que inova a cada dia, obrigam os bancos, em especial os brasileiros, a estudarem detalhadamente as tendências mundiais e como estão se equipando para se adaptarem à velocidade das mudanças, que não vão perdoar aqueles que ficarem pensando muito tempo e não fizerem adaptações rápidas, talvez a principal característica desse segmento altamente competitivo. Em especial, aqueles bancos estatais, que atuam como braços de governo para determinadas políticas, e por isso permanecem estagnados e com pouca flexibilidade e adaptabilidade ao futuro. Pensar e imaginar é fundamental para que os bancos possam inovar, ter flexibilidade para se adaptar aos novos tempos.

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FICAR VELHO PODE SER ENGRAÇADO!

Dá pra gente rir de tudo, até enquanto puder. Rir é o melhor remédio do mundo.

Dá pra gente rir de tudo, até enquanto puder. Rir é o melhor remédio do mundo.

Aos 60, fiz uma homenagem para aqueles que já chegaram aos 80, 90, 100, e ainda acham graça de tudo, conseguem rir, contar piadas, então juntei algumas aqui, algumas das pegadas mais engraçadas que já ouvi.

Ficar velho é:

Ficam me enviando mil e-mails me explicando “como” ficar velho numa boa.

Eu pensei: na verdade é bem simples, basta continuar vivo.

Que bom se fosse tão simples assim. Quer rir das complicações? Millor dizia que “rir é o melhor remédio”, e eu  sempre tomei dessa pílula. Sempre. Talvez isso tenha me
envelhecido, vai saber? Ficar velho é, antes de mais nada, uma grande vitória do ser humano sobre as probabilidades.

Velho é mais assaltado por descuidistas, aqueles antigos batedores de carteira. Só que o velho está mais protegido hoje em dia, porque o assaltante é o fator previdenciário, e agora a nova lei 85/95 – sabe a dúvida deles? É se vão te pagar 85% ou 95% do teu salário antigo. 100% nem pensar.  São tantas leis para diminuir a sua aposentadoria que se o ladrão te escolher, é burro, vamos combinar. Tua carteira vai estar quase sempre vazia.

Agora, cuidado, quando assaltantes pegam um grupo de reféns, e precisam dar um “teco” em alguém pra deixar a Polícia mais esperta, geralmente o velho vai primeiro. Somos meio que descartáveis, já vivemos tudo que há. Certíssimo, diga-se. “Macambúzio, alguém gritou”.

Quando te ligarem cedo, lá pelas 10 da manhã, e perguntarem se te acordaram, nem se importe. Eles não sabem que agora você acorda com as galinhas. E 11 horas já é almoço.

Você agora será acionista de uma grande rede de farmácias, Panvel no sul, Rosário no Centro Oeste, Farmácias Popular no Nordeste, seja qual for, é onde você vai gastar quase todo o seu provento (o novo nome do seu antigo salário – e bota antigo nisso). É melhor ser acionista de farmácia, vai por mim.

Não se preocupe em trocar de carro. As “gatinhas” não vão ficar babando pela sua nova Corvette conversível. Elas vão é pensar: “Olha um velho babão dirigindo carro de play boy”.

Horário? Compromisso só no advogado, no médico e no laboratório. Um velho esperto pensa assim ó: “ôba, agora todos os dias é  sábado”. Perguntado, respondeu: sábado, sim, não domingo, porque precisamos de lojas abertas também…

Sexo, bem, aí você vai ficar na saudade. Se não for com a sua “garota”, esquece. Ninguém vai sequer notar a sua presença. Este é um fato da vida. O que você não pode é esquecer seus dentes ou seu óculos por aí.

Conversa típica de velho: cirurgias, ah, você se torna um mestre cirúrgico, só de conversar sobre as retiradas disso e daquilo. As conversas giram em torno de hérnias de disco, cabeça de fêmur, coisas assim, médicos, tratamentos e hospitais.

Pela primeira vez na vida, você começa a prestar atenção no teu fundo de previdência, e descobre que existe a in-Justiça  Trabalhista, a in-Justiça Tributária, e a in-Justiça Previdenciária, e descobre, de lambuja, que todo mundo errou justamente na tua vez. Fizeram os cálculos errados, e logo logo sua agenda vai estar tomada com compromissos com uns 5 ou 6 advogados.
Vida de aposentado é assim.

Antes, você convidava os amigos, uns 150, e dava uma  tremenda festa. Uma puta festa, literalmente. Ali pelas duas horas da madrugada, a polícia batia na tua porta, pedindo
para abaixar o som. E você dava umas cervejas e fechava um acordo e seguia a bagunça com menos Woofers. Agora?  Dá a tua festa os vizinhos nem percebem, pensam que alguém teve um ataque na tua casa…

De repente, você se pega falando sozinho. No espelho, no quarto, no banheiro, e se dá conta de que nem adianta mais esconder a barriga, ninguém vai dar bola mesmo. E a sua
visão, que o oculista disse um dia que “iria melhorar”, bem, essa não adianta mais, porque piorar é que não vai mesmo.

É aí que você ganha o inevitável cartão de estacionamento para “terceira idade” ou “idosos” para estacionar na porta do supermercado. Nos primeiros anos, te exigem que mostre o cartão. Nos anos seguintes, vem gente correndo te ajudar a entrar no carro. É, as pessoas são solidárias. Ah são.

Um associado de uma vida inteira, de repente se apresenta todo solidário, e você começa a conhecer as atendentes  pelo nome, sabe a idade delas, se tem namorado ou não,
e porquê, e se vão sair sábado, ou não. São as meninas do seu plano de saúde, com quem vc fala diariamente.

Seus gemidos começam a ficar mais altos, cada vez que vc senta ou levanta. Flatulência eventual nesses momentos também faz parte, fazer o quê? Entrar num carro começa a parecer com entrar num F1, e subir por uma escada fica mais parecido com rapel.

Seus amigos desaparecem, todos, principalmente elas. Cadê? Sumiram. Mas sobram sempre aqueles 3 ou 4 que nunca desistem, até porque você também é um dos 3 ou 4 deles. E eles sabem muito bem guardar segredos, pois esquecem tudo que foi dito assim que vão embora.

Seu sono fica mais pesado, ou mais leve, mas fica mais alguma coisa. Você acorda às 5 da manhã, acordado pelo galo, que antes era a tua canção de ninar. E dê graças ao Universo se não tiver que ir no banheiro 3 vezes.

Essa é de um primo: sua mulher diz: “Amor, vamos subir para fazer amor?” você  responde: “Bem, escolha uma ou outra, porque as duas coisas não vai dar pra fazer…”

Antes você até monitorava a sua mulher. Agora, você não quer nem saber onde ela vai, desde que ela não queira te levar junto. E se você for com ela pro supermercado, não vá inventar de comprar nada nem de dar opinião. Você está lá apenas para empurrar o carrinho, certo?

Agora são os médicos que te dizem “vá mais devagar” e não os policiais. Sabe, tem uma hora que você devia mesmo, seriamente, contratar um motorista, sentar ali atrás, quieto e pronto. Se puder, claro. Senão, vá de táxi. Melhor que ouvir xingamentos por aí.

“E aí, funcionou?” Não é uma pergunta daquele seu amigo que acha que você vai ficar broxa que nem ele. Mas sim, ele quer mesmo é saber se você não precisou ingerir fibras hoje.

“Que sorte”, pode significar que você conseguiu encontrar o seu carro no estacionamento do shopping ou do supermercado. Porque isso já é bom demais da conta.

Teu amigo foi hospitalizado. Você pergunta: “E aí, como ele está depois daquele stroke?” A resposta quase sempre vem desse jeitinho: “Bem, hoje ele conseguiu comer uma colher
de gelatina sem açúcar”

Antes você sabia de cor e salteado o endereço das boates, das dancing nights, e de outros lugares suspeitos. Agora, você tem uma lista do google com a maioria das geriatrias
da sua região, e sabe quanto cobram por cada uma delas.

Antes você era atendido por enfermeiras gostosas no hospital, agora, você é atendido por uma cuidadora mal humorada na sua própria casa, que fica dando opinião sobre o jeito
como você arrumou seus armários e onde você pendura suas roupas. Se ficar em casa, porque alguma quantidade tem ido para Lares de Passagem. E cuidado, porque ela pode querer te dar um banho, nossa!!!

E quer saber? Não me interessa se você gostou ou não e se você riu disso, porque se você ganhar o jogo da vida, um dia vai estar lá.  Também não quero saber se você vai dar um like ou não, porque amanhã ou depois eu nem vou lembrar mais que escrevi esta lista, certo?

Abraço.

ROBERTO GUIMARÃES 60, bem vividos.

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O UNIVERSO É COMO UM ESPELHO

A Sabedoria Oriental Milenar nos mostra que o Universo ouve nossos pensamentos, nossos desejos e nossas crenças, e as torna reais.

A Sabedoria Oriental Milenar nos mostra que o Universo ouve nossos pensamentos, nossos desejos e nossas crenças, e as torna reais.

LIDERANÇA E ESPIRITUALIDADE

Palestra Motivacional

O segredo do enigma da vida à luz da Sabedoria Milenar Oriental compara o mundo como se fosse um grande espelho: ele refletirá fielmente todos os seus atos, pensamentos, vontades e crenças.

Sendo assim, havendo a sua contribuição no trabalho, haverá também inevitável retorno em forma de abundância.

A palestra ressalta a importância de você ser muito responsável em seus atos para não passar por dissabores na vida, colhendo aquilo que plantou.

A dedicação no trabalho passará a ser uma atribuição,  priorizando a importância da empresa em que se trabalha.

Durante a palestra, Mestre Akio destaca a importância de ter uma vida equilibrada e altamente motivada com as dicas valiosas da Sabedoria Oriental Milenar, em tudo que se faz na vida.

Você aprenderá que há um grande presente da Sabedoria Oriental Milenar para você, o qual consiste em manter a sua saúde e a dos familiares em primeiro lugar, para ter serenidade e convicção ao exercer a função de um verdadeiro líder motivado e feliz.

Os participantes saberão os números de mortes exorbitantes de trânsitos no Brasil, em relação a  Suécia e o Japão, e fica a questão para cada um dos participantes  detectar as causas  e associar com a nova postura de um líder no trabalho e na vida, com os conhecimentos que vai aprender da Sabedoria Oriental Milenar.

Os participantes serão capacitados a criar atmosferas positivas para proporcionar proteção e prosperidade à empresa em que trabalham, assim como para aumentar a sua motivação e o desempenho.

Todos passarão a trabalhar em equipe com inédita fórmula da Sabedoria Oriental Milenar, por meio da qual cada um contribui com as suas habilidades.

Se for perto de você, não deixe de assistir ao Palestrante Marcos Akio, um Mestre da Sabedoria Oriental Milenar. Você vai descobrir uma das mais antigas chaves que abrem a porta da saúde, da felicidade, da prosperidade, para você e para os seus.

Chame a BRASILIDEA PALESTRAScontato@brasilidea.com.br ou veja no nosso site nossos contatos, e coloque o Mestre Akio junto aos seus colaboradores. Será a melhor coisa que você fez este ano. Com certeza.

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Os 4 Macetes da Realização Pessoal

Definida, sua missão de vida será o maior valor para a sua realização e felicidade.

Definida, sua missão de vida será o maior valor para a sua realização e felicidade.

Todo dia eu abro meu e-mail e noto que recebi ofertas de coach’s, palestrantes, especialistas, que imaginam que eu estou insatisfeito profissionalmente. Dizem que eu tenho dúvidas, alegam que me sinto inseguro, e até mesmo dizem que eu estou totalmente perdido.

Talvez se esses e-mails fossem enviados somente para pessoas que estão realmente se sentindo assim, bem, fariam todo o sentido. Talvez você mesmo já tenha conversado comigo em algum momento e saiba bem do que eu estou falando.

Agora, é lógico, não há nada mais frustrante do que ver seus planos e sonhos escorrerem pelos dedos e, mais uma vez, comprovar que nada mudou. E olha que eu não estou me referindo aos que preferem não se arriscar – a maioria, certo? – pois “já sabem qual será o resultado”.

Bem, mas não se engane: se depender dos nossos regimentos de coach’s, dos exércitos de palestrantes, das legiões de experts de toda ordem, das turmas do marketing digital, do número de “gurus”, bem, vamos combinar: o Brasil estará entre as grandes nações, um dia.

Mas pense: nem nós, nem o Brasil, vamos nos resolver por e-mail.

Será que você e eu precisamos de tudo isso?  Será que você tem realmente todos esses desafios? Você está vivenciando esses problemas que eles citam?  Que eu cito? (eu sou um consultor)

Quando me faço essas perguntas, eu tenho a minha resposta:

Eu sei para onde eu estou indo. Independentemente do Brasil, eu sei a minha direção. E sei que se chegar lá, o Brasil melhora. E confiro essa rota todos os dias.

Então eu caminho seguro, caminho tranquilo e consigo mesmo me divertir enquanto estou indo. Sei que vou em direção aos meus alvos estratégicos. Sei que minha vontade e minha energia me levarão lá.

Sei que estou indo em direção aos meus objetivos traçados pela minha missão, que, uma vez definida, se torna muito clara.

Essa é a essência da minha tranquilidade, e acho que por esta razão – simples mas não necessariamente fácil – saber a missão é ao mesmo tempo, a minha realização e diversão diária.

Não tem nada mais divertido, mais realizador, do que perseguir a missão claramente definida no nosso dia-a-dia. Quem está fazendo isso sabe perfeitamente do que eu estou falando.

Para isso, existe um método, 4 etapas que vou passar integral para você usar, se quiser. Chamo de “Método RG para o Sucesso®”. Confira:

1 – Tenha um objetivo maior

Uma missão de vida definida, aquilo que você busca.  Até os melhores roteiros de Hollywood funcionam assim: existe a jornada do herói, e ele tem uma missão naquele “mundo especial” onde ele foi colocado pelo drama. Todos os grandes filmes possuem essas características. (No final deste artigo, descrevo as 12 etapas da jornada-do-herói ou monomito. E o herói – você? – precisa e vai atingir essa meta, seja qual for. Sem meta, sem objetivo, sem missão, você fica naquela situação descrita pelos gurus: perdido.

2 – Tenha um plano.

Seja que plano for. Pode ser uma folha de caderno, com um passo-a-passo. Aliás, tem gente que consegue fazer planos de um jeito muito simples: escrevem uma ou duas palavras-chave para cada fase ou etapa do seu processo, e depois vão fazendo, e vão riscando. Riscar é motivador, acredite. Use planejar, replanejar, corrigir planejamento, isto é essencial. Eu gosto muito da EAP – estrutura analítica de projeto, em inglês, WBS – Work Breakdown Structure, ou seja, estrutura do trabalho em detalhes. Use algum método, isso ajuda, mas planeje.

3 – Confira a rota diariamente

Todos os dias, sem exceção, separe um pouco do seu tempo para examinar a rota que está seguindo. Tem gente que tem metas claras, tem planos bem completos e eficientes, mas não faz, não rola, não acontece – porque não trabalha naquilo. Então trabalhe no seu plano. Não apenas faça planos, execute.

A América foi descoberta porque Colombo se perdeu. Mas isso não significa que você precisa se perder o tempo todo, certo? Corrija sua rota para chegar no destino que você traçou. Ou será que você não ficará contente quando chegar lá? Todos os dias, invariavelmente, a gente confere o quanto avançou, o que atrapalhou, e como vamos fazer melhor no dia seguinte.

Um macete: se perder de vez em quando – intencionalmente – é um dos processos criativos mais fantásticos que existem, mas não se distraia da sua rota essencial.

4 – Gerencie seu tempo e tarefas diárias

Para atingir suas metas, sua missão de vida, você precisa de uma disciplina de usar melhor o mais importante de todos os seus ativos: o seu tempo. Esse não tem como recuperar o que foi perdido, certo? Esse – o tempo – não volta mais. Se passou, passou. Cuide dele. Aprenda a gerenciar seu tempo disponível, equilibrando sua vida pessoal com sua vida profissional. E você ainda precisa dormir boas 8 horas diárias de sono, estou certo?

Sabe, com esses 4 tópicos em andamento, você estará pronto para uma verdadeira revolução em sua vida. Uma enorme mudança vai acontecer, porque você vai descobrir que trabalhar diariamente naquilo que você ama é realizador, é lucrativo, é alegria de viver.

E com certeza essa energia toda vai reverter em ganhos monetários, porque eu sei, e você sabe, que estará dando o seu melhor para a causa, que você estará colocando nas tarefas as suas melhores habilidades.  Fórmula simples e efetiva.

Para encerrar, dizer que eu sei como você se sente seria muito arrogante da minha parte, sinceramente posso supor, mas saber não.

Agora, se você pensou: “puxa, estou empregado aqui nesta organização, sem nenhuma perspectiva de curto prazo para ser promovido, sem nenhuma chance de mudar a minha situação, então isso que ele escreveu não se aplica a mim.”

Sugiro a você que faça dois exames paralelos e simultâneos:

Primeiro: existem escalas na sua organização. Descubra até onde você consegue subir na carreira, e como fazer para chegar lá. E se imagine naquela posição. Vai te satisfazer, te realizar? Então saberá se vale a pena continuar ali ou não. É simples, é com você. Vá à luta. Eu levei 25 anos para atingir o cargo que eu queria na minha organização, na qual trabalhei 35 anos, mas garanto a você: no dia que eu cheguei lá, vi que tudo que eu tinha feito valeu a pena. Essa sensação é insubstituível.

Segundo, existem outras organizações, onde você pode trabalhar e se realizar melhor. Existe o empreendedorismo, as startups, os empreendimentos nos quais você pode participar tanto como colaborador como empreendedor. Existe o gigante chamado Terceiro Setor. A indústria, o comércio. Esta é a Era do Conhecimento, da indústria de ponta do conhecimento.  Movimente-se. Abra seu espaço. Ninguém vai fazer isso por você.

Se precisar de ajuda, escreva seu e-mail nos comentários, entrarei em contato pra gente agendar uma sessão de Coach.  Te desejo todo o sucesso, toda a felicidade, toda a realização. Ah sim, não deixe de ler A Jornada do Herói – os 12 passos – após a assinatura deste artigo.

ROBERTO GUIMARÃES

Coach Holomentoring ISOR®   CEO & Founder da BRASILIDEA  Consultorias Palestras Treinamentos www.brasilidea.com.br http://www.facebook.com/brasilidea        http://www.twitter.com/brasilidea  +55 61 8135 1162

Os 12 Estágios da Jornada do Herói

Mundo Comum – O mundo normal do herói antes da história começar.

  1. O Chamado da Aventura – Um problema se apresenta ao herói: um desafio ou a aventura.
  2. Reticência do Herói ou Recusa do Chamado – O herói recusa ou demora a aceitar o desafio ou aventura, geralmente porque tem medo.
  3. Encontro com o mentor ou Ajuda Sobrenatural – O herói encontra um mentor que o faz aceitar o chamado e o informa e treina para sua aventura.
  4. Cruzamento do Primeiro Portal – O herói abandona o mundo comum para entrar no mundo especial ou mágico.
  5. Provações, aliados e inimigos ou A Barriga da Baleia – O herói enfrenta testes, encontra aliados e enfrenta inimigos, de forma que aprende as regras do mundo especial.
  6. Aproximação – O herói tem êxitos durante as provações
  7. Provação difícil ou traumática – A maior crise da aventura, de vida ou morte.
  8. Recompensa – O herói enfrentou a morte, se sobrepõe ao seu medo e agora ganha uma recompensa (o elixir).
  9. O Caminho de Volta – O herói deve voltar para o mundo comum.
  10. Ressurreição do Herói – Outro teste no qual o herói enfrenta a morte, e deve usar tudo que foi aprendido.
  11. Regresso com o Elixir – O herói volta para casa com o “elixir“, e o usa para ajudar todos no mundo comum.
Definida, sua missão de vida será o maior valor para a sua realização e felicidade.

Definida, sua missão de vida será o maior valor para a sua realização e felicidade.

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A Verdadeira e Definitiva Cura das Doenças

A Verdadeira e Definitiva Cura das Doenças

Bisavó Elena, no auge de sua caminhada, segue firme rumo ao futuro com seus netos e bisnetos.

Bisavó Elena, no auge de sua caminhada, segue firme rumo ao futuro com seus netos e bisnetos.

Tarde fria de domingo, 31 de maio, aniversário de minha mãe Elena. Fui visitá-la, com minha família. Um abraço de filho, um carinho, um afago de desgarrado saudoso, como é bom isso.  Ela teve um dia alegre, com filhos, sobrinhos, netos e bisneta.

Mas aí, uma surpresa: um presente inesperado da natureza, uma homenagem a essa bisavó, agora fazendo sessenta e poucos, seria deselegante dizer em detalhes, certo? A natureza, sábia como sempre, havia preparado o presente.  Nascera durante a madrugada fria um potrinho escuro. XARÁ! Um baio encerado, sem raça definida, mas filho de um crioulo de sangue bom, e muito agitado, com uma enorme estrela branca na testa escura, e botas brancas nas patas traseiras. Elena só falava nisso.

Virou a atração daquele domingo de sol, juntamente com os anos bem vividos da Vovó Elena. Devíamos estar entre 20 pessoas olhando para a mãe Faísca, enquanto lambia seu rebento, na tentativa de fazê-lo levantar e mamar.

Percebendo que o potrinho não levantava, e que permanecia deitado na grama gelada, arfando levemente, imaginamos que havia alguma coisa errada.  E como sempre, nessas horas, quando o coração é o líder, a natureza vem e provê as soluções.

A natureza?  É sempre perfeita.

Acabava de chegar ao sítio, o primo Jorge , com esposa e o filho mais novo, ambos veterinários, ele dono de vasto rebanho de bovinos e equinos na região de Santa Maria e arredores.

Coincidência? Pense a respeito.

Experiente, ele olhou o potro, e logo disse:

— “Tem alguma coisa errada, primo. Ele precisa levantar.”

Entrou no potreiro, junto com seu filho, achegou-se calmamente até o filhote, agarrou-o pelas ancas, e com um gesto suave e firme colocou-o em pé, dizendo:

— “Ele precisa encontrar sua posição de equilíbrio…”

Não deu outra: o potrinho logo caminhava ágil até a fêmea, onde conseguiu até mesmo mamar um pouco daquele gel milagroso, o colostro energético fantástico de que a égua se vê provida pela incrível natureza.

Caiu algumas vezes, mas antes do por do sol, já havia aprendido a levantar, sem dúvida a ação mais complicada. Chegou mesmo a trotar atrás da gente, ele que não enxerga ainda muito bem, e não consegue distinguir vultos. Duas horas depois ele já trotava atrás de qualquer um que se aproximasse, buscando o leite milagroso.

A natureza também é perfeita para nós, seres humanos.

Então vem a pergunta recorrente que sempre ouvimos e às vezes até mesmo dizemos:

— “Se a natureza é perfeita, então por qual motivo as pessoas adoecem?”

Vamos tecer alguns raciocínios, que eu tenho aprendido lendo o livro do fabuloso Marcos Akio Ishida, autor de “Todos Podem Ser Felizes e Saudáveis

Ele diz:

— “O ser humano utiliza apenas uma parte da mente poderosa para brigar, ofender,  então sente-se ofendido, com raiva, com medo, e fica nervoso. E tudo isso porque passa o tempo todo julgando todos os acontecimentos ao seu redor, todas as pessoas, todos os projetos, todos os fatos, e faz isso sempre.”

Ele lembra dos pensamentos que nos assolam:

— “ Se eu estou com a razão, ou eu estou certo e você está errado, então você me ofendeu! E fica ainda mais nervoso, se achando com toda a razão; é assim que a maioria pensa!”

— “ Pergunta-se: de que vale a sua razão? De nada! Não vale para nada?

— “ É melhor perdoar do que ficar doente, não é mesmo?

Geralmente as pessoas retrucam, instigando o debate:

— “  – Mas eu não consigo controlar o meu nervosismo! Como é que eu faço então? O que devo fazer?”

Mestre Akio diz então em seu livro, provavelmente sorrindo:

— “É muito fácil! Quando ficar nervoso pense  – eu perdoo, incondicionalmente.  E não fique avaliando quem está certo ou não! Viva com a cabeça erguida! Assim você será abençoado na Terra e enaltecido no Céu.”

Instigante, legal isso, não é mesmo?

Bem, meus estimados leitores, é aqui, exatamente aqui onde a famosa porca torce o rabo: como assim?

De que jeito eu vou perdoar sempre?

Como eu faço para não vou ficar nervoso?

Como eu vou viver sem avaliar o que está na minha frente?

E os perigos, e as situações em que posso ser enganado?

E a justiça dos fatos, dos acontecimentos? E se eu for roubado?

E se eu for injustiçado? E se eu for maltratado por algum malvado?

E mil duzentos e cinquenta e quatro outras perguntas, percebe?

Pois é, difícil é, não duvide, é quase impossível adotar uma postura assim, de perdoar sempre, eu diria. Lendo o livro do Marcos, eu me senti assim, desse jeito “impossível” pensei.  Mas há exemplos vivos neste mundo apaixonante de Deus ou da Mãe Natureza, que a tudo vê, e a tudo acompanha em detalhes.

Essa é a simplicidade difícil, quase impossível da cura metafísica, defendida pelo meu estimado amigo e escritor Marcos Akio Ishida. Eu disse QUASE. Porque não é impossível, é bem possível. É simples.

Simples não significa fácil:  “só decida se for com amor extremo, com profunda e sentida gratidão” – usa o termo gratulação – “então as tuas decisões serão todas elas temperadas com amor extremo”.

Mas uma decisão de mudar para sempre, olhando para a frente como se você fosse aquele potrinho Xará, recém-nascido, e colocando uma enorme pedra em seu passado, seja ele qual for, e passar a tomar todas – repito  – todas as decisões sob a ótica do amor incondicional, então a sua vida vai mudar, a felicidade vai encostar na tua vida, a saúde virá junto, teu cérebro irá sarar de males incríveis. Eu estou absolutamente convencido disso – o que não significa que já pratico integralmente, não. Ainda não. Mas eu sou um discípulo dedicado, e vou procurar me moldar a esse novo raciocínio, afinal, sempre é tempo de mudar. Mudarei!

Cristo também ensinou isso a todos nós.  Porque a nossa Mãe Natureza é perfeita, e nos fez perfeitos. Sejamos gratos a isso, e vamos nos sintonizar com esse universo de uma maneira profundamente grata e apaixonada.

Livro de Marcos Akio onde defende que as doenças tem causas conhecidas.

Livro de Marcos Akio onde defende que as doenças tem causas conhecidas.

Sugestão: comecem lendo o livro do meu amigo Marcos Akio Ishida “Todo Mundo Pode Ser Feliz e Saudável”, Editora Pandorga. Encontra-se a venda pela Livraria da Folha de São Paulo no link http://bit.ly/1FpPVi9 ou copie e cole no seu navegador. Esse livro contém, em suas poucas páginas, 5 mil anos da essência do conhecimento da humanidade, e é um dos livros que você não pode deixar de ler nesta vida.

O Xará, filho de Faísca, que nasceu prematuro, em sua sanha de viver, curou a todos nós naquela bela e fria tarde outono, 31 de maio, espalhando a energia da mãe natureza, homenageando Elena, que na serenidade e elegância de seus anos bem vividos, ainda pretende ir muito mais a frente, trabalhando sempre, espalhando e recebendo amor incondicional por onde quer que ande. É desse jeito que alcançaremos a Cura Verdadeira para Todos os Males. Amor incondicional. Difícil? Sim. Possível? É claro que SIM !

Por gentileza: deixe um comentário. Obrigado.

ROBERTO GUIMARÃES é PALESTRANTE

Da BRASILIDEA PALESTRAS, CONSULTORIA e TREINAMENTO.

http://www.brasilidea.com.br

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PROCURANDO EMPREGO OU RECOLOCAÇÃO?

Sim, competências.

Se você está buscando recolocação ou novo emprego, vai ajudar.

Este artigo tem por objetivo prepará-lo para o que você vai encontrar no disputado mercado de trabalho, em busca da sua vaga ou da sua recolocação. 

 
Existem muitas vagas, das mais importantes e bem remuneradas,
a uma gama imensa de outras vagas nem tão glamourosas, mas valiosas para você.
Qual será a sua vaga? Como obtê-la? 
Este artigo não é uma receita de bolo, mas poderá te mostrar como o “outro lado” tá pensando.
E te dar uma vantagem adicional. 
Por isso, vou contar uma história do início da minha carreira:
Mal havia chegado na empresa, fui chamado à diretoria.
Subir aquele lance de escadas que separa o Olimpo dos
fariseus, é sempre algo intimidador. 
 
Mas em vez de me preocupar com o que viria a seguir, 
eu apenas me deixei caminhar, entre ansioso e curioso.
 
Não havia cometido nenhum erro naquela semana, que
merecesse um puxão-de-orelhas, nem aprontado algo 
que pudesse me lembrar. 
 
Nada como a mente tranquila. 
 
Meu chefe, um homem atarracado e de baixa estatura, bem
que podia lembrar um John Leguizamo gordo num filme de
máfia, porque adorava usar suspensórios combinados com
uma ridícula e cinematográfica gravata borboleta. Só faltava
o charuto, aceso, e um vozeirão por trás do Bausch Lomb.
 
Longe disso, Lucciano era um homem de palavras suaves, 
sorridente nas colocações, mas terrível nas decisões. Medo,
era o nome do sentimento que ele inspirava nos colegas. Ele
aplicava a máxima “palavras-de-veludo e um porrete na mão”. 
Se fosse pela fama do chefe, eu devia ter ficado bem nervoso.
 
Que nada! Foi tranquilo. 
 
Ele se limitou a me perguntar, quase sussurrando:
— “Meu estimado aprendiz, tens habilidades de negociação?”
 
Ao que respondi, mais curioso ainda:
— “Não, chefe, eu suponho, porque eu nunca fui testado nisso”. 
 
Ele retrucou:
— “Mas você sabe o que falam de você aqui na empresa?
Dizem que você poderia se tornar um excelente negociador”.
 
Respondi:
— “Eu não teria medo de me testar nisso. Mas precisaria 
aprender as técnicas, os macetes. Existe alguém que 
possa me ensinar a negociar?”
 
Ele sorriu com o canto da boca, fez um sinal positivo com 
a cabeça, e me mandou embora da sala, com um aceno
de sua mão esquerda, enquanto a direita escrevia num
caderno que ele sempre utilizava. 
A organização era uma empresa de cobrança de 450 clientes 
que nos mandavam as contas atrasadas de seus quase 4.500
clientes, para a gente recuperar os valores devidos. 
 
Era o nosso dia-a-dia.  Até então, eu era da retaguarda. 
 
Eu não era um dos fabulosos cobradores, os quadros 
mais importantes e bajulados da empresa, os top’s.
Ah, eu queria muito ser um cobrador. 
 
No outro dia, fui chamado pelo Gerente de RH, que me 
avisou que eu passaria por um teste. Esse teste era
para avaliar se eu tinha as habilidades de um bom cobrador. 
 
Retruquei a ele, da mesma forma que ao nosso Chefe maior,
que eu não havia sido testado nessa atividade até agora, e
que eu gostaria, mas precisaria ser treinado. 
 
Ele então informou que só o treinamento não adiantaria. 
Que eu precisaria ter “perfil” de cobrador, habilidades 
negociais e grande capacidade de exercer a pressão
adequada sobre os devedores, do contrário, eu não
aguentaria dois meses na posição. 
 
No dia seguinte, fui então para essa avaliação. Entrei na 
sala de treinamento, só cadeiras vazias. Três planilhas
foram colocadas na minha frente. 
 
A planilha 1 dizia: “Conhecimentos”; 
 
Na planilha 2: “Habilidades”; e 
 
A planilha 3 dizia “Atitudes”. 
 
Eu deveria pegar cada uma das planilhas, examinar cada 
item e marcar com um “X” naqueles itens que eu possuía,
e deixar em branco os que eu achasse que não possuía. 
 
Na primeira planilha, Conhecimentos, ficou assim:
 
Flexibilidade – adaptável às diferentes situações
marquei “X”
Competência negocial – capaz de negociar resultados
em branco
Bom em Cálculos – a rapidez da matemática na negociação
coloquei “X”
Legislação Referente ao Segmento – Conhecer as leis
deixei em branco
Domínio das Políticas de Cobrança diante de atrasos
ficou em branco
 
Ao terminar essa primeira planilha, eu pensei “Caraca, tô fora, 
porque de cinco eu só tenho dois tipos de conhecimento. Rodei!
 
Na segunda planilha, Habilidades, aconteceu o seguinte:
 
Saber quando avançar e quando recuar
Eu coloquei “X”
Ser objetivo no contato – amplia potencial de contatos
Marquei “X”,
Liderar o encontro – evita perda do rumo
“X” de novo
Equilibrar razão e emoção
coloquei “X” considero a minha melhor habilidade.
Sem temor, sem agressividade
Marquei “X” novamente.
 
Foi aí que eu comecei a me alegrar. “Opa, pensei, aqui eu
tenho todas as habilidades requeridas. Gostei, vai dar certo”.
Então fui em frente mais motivado.
Na terceira e última planilha, o que rolou foi:
 
Não perder o foco da conversa
coloquei “X”
Cobrar a todos da mesma formanão adaptação
deixei em branco
Devedor assume o controle da reunião
deixei em branco
Uso da Inteligência Emocional
marquei um “X”
Contatos efetivos – causar no encontro
deixei em branco
Aplicar as regras, sendo claras ou não
deixei em branco. 
 
Completei as planilhas em pouco menos de 15 minutos, 
revisei cada ítem pra ver se eu mudaria algum – e entreguei,
um tanto apreensivo, quanto ao que iria acontecer a partir daí.
Meu escore total foi:
 
Planilha 1, conhecimentos: 2 em 5. 
Falta melhorar negociação, legislação e políticas.
 
Planilha 2, habilidades: 5 em 5, tirei nota máxima.
Por ultimo, atitudes, Planilha 3: 2 em 6, fui mal, pensei. 
 
Só que na planilha 3, havia uma pegadinha.
Deixar em branco poderia ser a resposta certa.
 
Então a conclusão dizia: 
“Parabéns, você fez 5 pontos em 6. Precisa melhorar
a efetividade (causar efeitos) nas reuniões.”
Laudo final:
 
“O Senhor possui habilidades e atitudes de um bom cobrador,
precisando melhorar seus conhecimentos específicos e 
técnicas de reunião para conseguir ter um excelente
desempenho em cobranças”. 
 
A competência essencial para ser um bom cobrador é de fato
algo que é expresso numa palavra difícil, que vem da física, a
tal de RESILIÊNCIA, uma capacidade do ser humano de resistir,
e de persistir diante das adversidades, alcançando sempre os
objetivos traçados. 
 
A questão fundamental é: 
Ninguém nasce pronto.
 
Sempre é preciso suprir os “guépis” (do inglês gap – que significa 
“lacuna”), suprir as faltas de conhecimento, desenvolver as 
habilidades necessárias e aprimorar as atitudes especificamente 
voltadas para cada atividade. 
 
Digamos alguém que, por azar, é convocado para participar 
de uma guerra. Ao chegar em seu pelotão, não saberá sequer
engatilhar o fuzil. Que dirá municiar e acertar os alvos.
Não terá a menor noção de como irá sobreviver àquilo. Então
após treinamento intensivo, irá suprir os gap de conhecimentos
habilidades e atitudes, tornando-se um guerreiro efetivo.
Na Gestão por Competências, o acrônimo C.H.A. de
conhecimentos, habilidades e atitudes já é um vovô com mais
de 70 anos desde que foi inventado – nem sei o nome do inventor.
Mas hoje é moda dizer-se CHAMA, onde M é a motivação,
e A vem de amor, paixão pelo que faz. Vem do coração
Tornei-me, durante os meus primeiros anos de vida laboral, 
um cobrador eficiente, com ótimos resultados, o que me deu
muita satisfação e auto-realização no início da minha vida
profissional. Depois fui fazer outras coisas, mas aí já é outra
história para um outro dia. 
Concluindo:
 
Minhas poucas competências de então se tornaram essenciais
para aquela empresa, porque houve praticamente um “casamento”
entre o que eles precisavam e o conjunto de minhas habilidades
e atitudes, nem tanto conhecimento. Corrigidos os conhecimentos
que me faltavam, me aproximei do ideal. 
 
A palavra essencial, aqui, tem o peso da necessidade da empresa, 
e não do colaborador. Foram as competências essenciais que envolvem
o DNA da empresa – cobrar – que foi procurada entre os colaboradores.  
 
Essencial

É a parte da coisa que é imutável. Assim uma organização tem
um DNA, núcleo central que não muda, é a essência. No caso
da Gestão por Competências, aplica-se mais à organização do
que às pessoas envolvidas. Nossa empresa tinha o DNA de
cobrar dívidas. Essência é isso. 
 
Competência
 
É um termo do latim que significa um poder concedido
a alguém para decidir sobre certas questões. Na psicologia,
competente é alguém que tem capacidades especificas 
para dar conta de desafios específicos. No exemplo
acima, as competências de um bom cobrador foram
listadas, avaliadas, debatidas. 
 
A dica é:
 
Você já parou para pensar na coleção dos seus
conhecimentos, vistos bem do alto, como um bloco,
o que eles representam enquanto potencial para as 
suas atividades profissionais?  
 
Se eles combinam com as necessidades das empresas
às quais você tem procurado para obter emprego ou recolocação?
Use um coach para atingir resultados mais significativos
nas suas buscas. Ele pode ajudar muito nessa hora.
O conjunto dos conhecimentos que você adquiriu na vida,
nos bancos escolares, nos seminários, nos experimentos 
de que participou, farão o quê por você na sua nova missão, 
empresa ou cargo? 
 
Use o seu conhecimento
 
Você sabe quais são as suas melhores habilidades?
Habilidade é a sua capacidade inerente ou potencial de
resolver determinados desafios, enigmas, missões.
 
Habilidades podem ser desenvolvidas, mas envolvem
diretamente a realização dos desafios, não apenas a
aquisição de conhecimentos formais ou empíricos. 
 
Liste suas melhores habilidades e descubra onde você
pode concentrar forças para melhorar, dependendo das
habilidades requeridas pela sua missão na organização.
 
Esse é o maior gol de todos. 
 
E as atitudes, o que são?
 
Atitudes são os movimentos mais ligados a comportamento
do que a intelecto. A maneira como reagimos às situações
de estresse do dia a dia, a maneira como nos comportamos
diante das situações típicas trazidas pelos desafios específicos
do trabalho que temos que realizar. 
 
As nossas atitudes implicam no que fazemos, nos atos que
desencadeamos, nas palavras que utilizamos para nos comunicar,
dos nossos movimentos físicos de realização de tarefas e ações.
Atitudes tem a ver com movimento.
Espero ter ajudado nas suas buscas, onde você deve levar
em conta o DNA da empresa que você procura, para mostrar
que as suas competências combinam com as essenciais da
empresa, e que atendem às necessidades da organização.
 
Deixe seu comentário, converse com a gente. 
Siga o blog, deixe opinião, isto é fundamental pra gente.
 
O Arquiteto Palestrante Roberto Guimarães é
CEO & Founder da Brasilidea Palestras,onde atua como
Consultor de Processos do Negócio Gestão de Pessoas,
em reengenharia de processos e modelos organizacionais,
em criatividade para inovação, encontro de gerações,
sustentabilidade, arquitetura e urbanismo. 

 

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3 centavos… ou uma balinha de troco?

Cada centavo é dinheiro!

Cada centavo é dinheiro!

3 centavos…

Que importância tem para você?

Foi notícia no meio jurídico a recente decisão dos tribunais da Justiça do Trabalho a respeito da quantia de 3 centavos.

Para recorrer de uma decisão do tribunal da Bahia, uma empresa deveria recolher R$ 9.617,29 em custas judiciais. O recurso não foi aceito porque o depósito tinha três centavos a menos.

Além de curiosa, a notícia alerta para um princípio de finanças pessoais.

O Tribunal Superior do Trabalho em Brasília usou o seguinte argumento:

A razão não é a quantia faltante e sim a abertura de um precedente, a quebra de um princípio.

Se fosse aceito o recurso, o que seria dito aos próximos que errarem o valor da guia? Se com 3 centavos passou, porque não com 10 centavos, 1 real ou 1.500 reais? Aberta a exceção, a famosa “brecha na lei”, todos poderão passar por ela.

Perceba que os bancos também estão atentos a cada centavo de todos os caixas da sua rede. Você poderia argumentar: ora, são apenas centavos. A resposta do banco seria: desprezar o controle destes centavos vai gerar um prejuízo de milhões. O problema não está na quantia, está na quebra do princípio de organização financeira.

Em finanças pessoais é a mesma coisa.

Alguns simplesmente não ligam para o troco em balas, para os 5 centavos que o cobrador do ônibus não devolve, para 1 real que fica com o taxista quando a corrida ficou em R$ 19,00 e você passa uma nota de vinte.

Quem não liga para os centavos geralmente não liga também para as taxas de juros, as tarifas, o custo de oportunidade. Na brecha dos centavos, passam os reais inteiros, as dezenas e os milhares.

A Associação dos Executivos em Finanças (ANEFAC) informa que 95% dos brasileiros contratam empréstimos sem saber qual é a taxa de juros da operação.

Devem ser os mesmos que acreditam que 3 centavos não mereçam atenção.

Ficou claro que para a Justiça brasileira e para os bancos mais vale a organização financeira, o controle, do que a quantia.

E no seu caso como funciona?

Três centavos é dinheiro pra você?

Aproveite para seguir nossas postagens aqui no blog, e deixe seu comentário, conte a sua história, isso é importante para os autores. Obrigado.

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O Professor Samuel Marques é especialista em Finanças Pessoais, Palestrante da Brasilidea www.brasilidea.com.br. Formado em direito e teologia. É advogado de empresas, Consultor e Coach. Palestrante do Sebrae e Autor da série de livros infantis “A Menina que Calculava”; dos DVDs de treinamento “Organize Sua Vida Financeira” e “Dívidas? Nunca Mais!”; das séries produzidas para a televisão: “Os Hábitos dos Profissionais Excelentes” e “Preparo para a Aposentadoria”. Samuel acredita que os colaboradores com suas finanças pessoais bem resolvidas trabalham melhor, sente mais prazer e realização, portanto rendem mais porque mais satisfeitos e seguros. Contrate o Professor Samuel Marques. Golaço para a sua empresa.

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O Perfil mais visitado do Linkedin em Março de 2015

Perfil mais visitado do Linkedin

A Ana Karla foi o perfil mais visitado de Março 2015 do Linkedin.

Quem sou?

Sou Ana Karla Santos, de São João da Boa Vista, cidade pequena do interior de SP. Embora paulista, a cidade tem os traços e o sotaque do sul de Minas.

Sou uma “classe média”, e sou muito grata aos meus pais pela oportunidade de poder estudar inglês e cursar uma universidade. Percebo hoje que isso faz muita diferença.

Em 2010, entrei para o curso de Psicologia na UNIFAE, lá mesmo em São João.  Escolhi esse curso pelo meu interesse em ajudar pessoas.

Porquê Psicologia?

Na minha família, alguns tiveram problemas com a depressão, doença muito comum hoje em dia no mundo. Essa doença é mal vista pelas pessoas, confundida com tristeza e até com loucura. O que me influenciou: acompanhei o dia-a-dia do tratamento desses familiares por anos a fio.

Psicoterapeutas eficazes conseguiram a façanha de reverter o quadro pouco a pouco e esses meus familiares puderam então seguir com suas vidas, de cabeça erguida, um dia de cada vez. A tudo eu assisti, e meu olho brilhou quando percebi o valor desse trabalho.

Diante disso, não tive dúvidas quanto ao curso: eu queria me tornar terapeuta e auxiliar as pessoas.

Qual o meu sonho?

Durante todo o curso, tive em mente que quando me formasse eu iria para São Paulo, trabalhar e ser uma executiva de gestão de pessoas, porque via naquela capital um incrível polo industrial de crescimento, a cidade das oportunidades.

Em dezembro de 2011 finalmente me formei. Em Janeiro de 2012, eu vendi meu carro, um Escort Hobby antigo e com esse dinheiro, mudei-me imediatamente para São Paulo. Pedaço de sonho em andamento.

Minha família nunca foi contra mas também não morriam de amores pela minha decisão de mudar. Pensei depois: “compreendem mais sobre dinheiro do que eu”.

Sem outra solução possível, fui morar num Hostel próximo da Avenida Paulista. Lembro que imprimi vários currículos, e saí distribuindo feito folhetim de rua.

Não me deixavam ter acesso aos prédios comerciais, e eu então fui aos poucos me adaptando às dificuldades da borbulhante capital.

E fui aprendendo: distribuir currículos parecia realmente não fazer o menor sentido para conseguir um emprego.

Conseguindo caminhar na rota do sonho:

Finalmente meu primeiro emprego em São Paulo foi arrecadar dinheiro na rua, sim, na rua, para uma Fundação Social. Depois, tentei vagas de telemarketing.

Foi quando eu senti na pele o efeito do pré-julgamento: as pessoas, mesmo sem te conhecer o suficiente, fazem um pré-julgamento e você é condenada, sem defesa. Por ser graduada em Psicologia, a vaga não poderia ser minha. Somente para quem não tinha curso superior. Resultado? Desempregada.

Pelo que eu aprendi, após ter trabalhado em várias prestadoras de serviços e conhecendo a rotatividade, vejo como é cruel este pré-julgamento: acredito que eu teria ficado mais tempo naquele trabalho, do que candidatos menos qualificados. No entanto, por causa das políticas de emprego e da justiça trabalhista, eles não empregavam graduados para essa tarefa.

Mas eu era uma pessoa persistente, eu tinha um objetivo de vida. Isto foi o que sempre me motivou, e motiva até hoje.

O valor de saber pra onde se está indo

As vezes olho pra trás, para aqueles momentos, e percebo claramente que todos deveríamos batalhar para ter bem claros os nossos objetivos de vida, pois funciona como um farol na tempestade: você sempre sabe para onde está indo.

Um ano depois, minha família havia se conformado com a minha meta de vida, e de que eu não desistiria do meu sonho. Então eles desistiram de remar contra, e meu pai passou a me ajudar.

E isso foi especial.

Primeiro, me ajudou a alugar um apartamento – bem melhor que o Hostel, e foi o meu fiador. Aluguei esse apartamento com uma colega do interior. Lembro desse dia, e acho que jamais vou esquecer.

A vida é tão mágica quando você sabe pra onde está indo: o meu dinheiro já quase terminando, e de repente, sou chamada para uma nova entrevista: um novo emprego a vista. A mágica do universo conspirando pra quem sabe o que deseja, pensei.

Era uma dessas entrevistas para uma consultoria de empregos, e lá vou eu de novo.

Desta vez, foi uma escola para mim.

Lembro que o salário só dava para pagar o aluguel. No entanto, o que aprendi de novos conhecimentos e experiências não tem preço.

Naquela atividade, eu tive a chance de trabalhar em um lugar ético, um lugar sério, um lugar profissional. Lá eu aprendi não só os subsistemas de RH, mas também a valorizar muito o capital humano.

Seguindo o curso natural da minha nova vida, acabei me desligando dessa consultoria, que continuava pagando muito pouco, mal dava pra pagar o aluguel, e fui atrás de novos horizontes.

Objetivo atingido? Nasce um novo, na hora.

É engraçado, sabe, pra quem presta atenção a si mesmo: à medida que eu ia resolvendo e atingindo determinados objetivos, novos desafios eram imediatamente adotados, novas metas: e desta feita, eu já queria fazer pós graduação em psicologia organizacional e do trabalho.

Com a ajuda de novos amigos e até mesmo de novos clientes, logo me recoloquei em uma oportunidade temporária e depois em menos de um mês consegui minha terceira experiência importante em São Paulo. Nesta etapa, já matriculada na universidade para a minha pós.

No segundo semestre de 2014, devido a uma série de fatores, dentre eles a desistência da minha colega de apartamento, que retornou para o interior, eu tive que trancar a minha pós, pois eu não teria como pagar, e nem a minha família.

Minha nova meta: retomar a Pós no início de 2015. Em novembro de 2014, demissão em massa da empresa onde eu trabalhava. Motivo: “conjuntura macroeconômica do país”. E lá fui eu para aquele instante muito ruim da vida. Aquele momento em que você se questiona do porquê, no qual você revê sua vida todinha, acaba focando nos gastos e fica indecisa sobre o futuro.

Não fosse pelas minhas metas e objetivos muito claros, muito bem desenhados a adotados por inteiro em minha mente, eu teria cedido às sugestões da minha família, que, saudosa, insistia: “retorne para casa, minha filha”. Quase fiz isso.

O universo conspira – a favor

Mas eu não sou de me entregar fácil. Depois da rescisão, com os valores auferidos, acabei sanando as dívidas e mantendo meu aluguel. Logo na sequência, lá vem o universo de novo, encontro uma nova colega para dividir os gastos com moradia. E dei entrada no seguro-desemprego. É pouco mas é água pura.

Me recadastrei em todos os sites de vagas e reativei meu Linkedin. Naqueles dias tensos, minha rotina diária era uma repetição total: acordava cedo, me candidatava em todas as vagas da área e buscava novas conexões com profissionais da minha área. E publicava diariamente um texto novo sobre minhas competências técnicas.

E foi assim de dezembro de 2014 a março de 2015, absolutamente nada! Nenhum contato, nenhum telefonema, nada. Zippo! Caramba, pensei, o que está errado nisso? A única entrevista que arranjei nesse período levou mais de 30 dias para o feedback negativo: eu não servia para o “perfil desejado”. Lembro que a pessoa que me enviou o e-mail me chamou pelo nome errado no corpo da mensagem.

Mas eu? Sempre fui uma otimista de plantão. Sempre fui focada nos meus objetivos, minha meta pessoal, jamais desisti. Só que a gente também fraqueja: como qualquer ser humano, naquele momento um cansaço imenso me invadiu.

Fiz as contas de quantos meses ainda teria de seguro. Entrei em contato com a faculdade para saber o que aconteceria se eu não conseguisse me inscrever no meio do ano e pronto entrei em desespero.

Desespero que inspira?

Ah o desespero, todos temos direito a ele. E foi justamente o desespero, como tentarei explicar, a mola central, a mola mestra dessa impulsão, desse novo momento, desse fenômeno.

Neste dia triste do meio de março, e tomada pelo desânimo total, resolvo usar o Linkedin para desabafar. Fiz um texto simples, puro desabafo mesmo. Lá eu relatava minhas condições, expus meu objetivo e fiz um apelo, pedindo que não me descartassem por triagem, que não me descartassem por nada, que me entrevistassem.

Até então eu vinha recebendo muitos feedbacks de que eu não possuía o idioma ou curso para a vaga, de que eu estava abaixo ou acima do perfil, e tal e tal.

Então eu pedi: “pelo menos me convidem para a entrevista, que me deixem participar de uma entrevista”. Pra mim, isso me daria novas forças para continuar: eu funcionava assim.

A explosão de tráfego no meu perfil

Para a minha surpresa, no dia seguinte eu tinha mais de 200 curtidas, minha caixa de mensagens estava cheia. Eu recebi mais de cem convites de conexão. Meu Linkedin estava completamente louco, tudo havia sido quintuplicado, decuplicado.

Foi então que eu parei para refletir: o que levou o meu perfil, antes igual aos outros, ser visto por centenas de pessoas?  Acredito que isto se deu porque eu escrevi algo diferente do que os demais escrevem.

Percebi que eu também escrevia sempre a mesma coisa que os outros, mas não desta vez. Meu texto havia ficado diferente, minha emoção havia “vazado”, meu texto era simples e cruelmente honesto, verdadeiro, emotivo, sim, emoção pura.

Emoção verdadeira é tudo

Eu me despi do meu perfil profissional, deixei de lado minhas competências técnicas, larguei fora meu CHA, conhecimentos, habilidades e atitudes, e me apresentei pura e simplesmente como a Ana, um ser humano.

Com essa nova atitude, consegui atingir três públicos diferentes, até então ilustres desconhecidos:

— colegas de profissão que através da empatia começaram a me indicar vagas disponíveis. Alguns até se dispunham a revisar o meu currículo;

— trabalhadores que se encontravam na mesma situação que eu, desempregados e para a minha surpresa;

— executivos importantes que me mandavam mensagens destacando competências minhas que foram explicitadas na minha mensagem, tais como humildade, ousadia, persistência, foco nos objetivos, dentre outras.

Inspiração, motivação, entusiasmo

Senti que, de alguma forma, eu os havia inspirado ou contagiado com o meu entusiasmo e com a minha franqueza e honestidade.

Nossa !!!

E foi tamanha essa repercussão, que consegui até mesmo uma nova entrevista, logo no dia seguinte, para uma empresa que se revelou surpresa com as minhas competências humanas.

Um consultor de Brasília, que dirige uma agência importante ligada ao RH, me escreveu, contando que eu tinha o perfil mais visitado do Linkedin dentre seus seguidores naquela plataforma.

Que o meu perfil havia superado até mesmo algumas celebridades e citou 3 nomes importantíssimos do mundo das comunicações, das palestras e do treinamento.

Hoje o meu perfil está entre os mais visitados, todos os dias tenho recebido mensagens de apoio e indicação para vagas. E é claro que tudo isso reativou meu ânimo e me deu ainda mais forças para ir atrás das minhas conquistas.

E bem, vocês já me conhecem, minhas metas aumentaram. Claro!

Dizem que é no caos e no desespero que descobrimos nossos potenciais escondidos. Se você estiver lá, preste atenção ao seu coração.

Hoje acredito que embora tenha sido um ato simples, eu não tive medo de errar, de me expor como um ser humano e acabei me diferenciando daqueles que se vendem apenas pelas competências técnicas.

Então, voltei a estudar inglês e espanhol em casa e neste meio tempo estou realizando dois cursos que tem como foco a gestão por competências e foi então que eu compreendi, finalmente, porque fui tão “aplaudida” virtualmente pela galera do Linkedin.

O valor do capital humano

As empresas reconhecem cada dia mais o capital humano baseado nas nossas competências técnicas e comportamentais, mas infelizmente as pessoas tratam de se aperfeiçoar mais nas competências técnicas e esquecem de seus próprios potenciais e habilidades mais humanas, estas que já temos conosco, que trazemos da família, da infância, da nossa criação e experiências de vida. Nossas melhores habilidades potenciais não podem ser escondidas ou ignoradas.

E as empresas precisam disso, desse manancial de vida, de energia, de motivação, ainda mais neste mundo competitivo em que estamos.

As empresas precisam de pessoas que tenham não só as técnicas mas também o diferencial no comportamental, na atitude, na energia que compartilham.

Hoje eu acredito que para se tornar atrativo aos olhos dos que procuram colaboradores, é necessário fazer o que a maioria não faz:

Mostre qual a sua singularidade.

Cada um de nós é um universo inteiro, é um reino completo, uma mágica da natureza. Cada um de nós.

Tenho aproveitado este momento para me inscrever em todas as oportunidades indicadas, trocar experiência com profissionais que eu jamais imaginava ter contato um dia, são todas pessoas que eu admiro.

Continuo diariamente enviando e recebendo mensagens de ânimo e para manter foco nos objetivos, para ajudar tantos que estão na mesma situação que eu.

Minhas postagens têm sido muito curtidas e recebo mensagens de agradecimento, por impulsionar outros profissionais a não desistirem.

Hoje, ainda não me recoloquei, e a minha colega de moradia foi mais uma vítima dos cortes no mercado. Mas meu otimismo é inabalável, meu medo é zero, e tenho certeza de que chegarei onde quero.

É claro que já coloquei mais duas especializações em minhas metas. Assim, enquanto em modus-procurandis, vou evoluindo mais e mais.

Prometi a mim mesma que irei até onde eu quero, chegarei lá, o importante é ter isso em mente: não tenho problemas em tomar atalhos, ou desviar aqui e ali, desde que eu chegue exatamente onde eu quero, o sucesso na minha profissão de executiva de gestão de pessoas.

Eu sou Ana Karla Santos, um ser humano em recolocação. Espero de você duas coisas bem importantes: não desista do seu sonho, não perca o foco, e, por favor, deixe um comentário.  Compartilhe, brinque, recomende, agite.

Opinião da BRASILIDEA CONSULTORIA RH. 
Ana Karla Santos é psicologa pela UNIFAE de São João e pós-graduada em Psicologia Organizacional pela Mackenzie de São Paulo, tem 28 anos e uma já vasta experiência em recrutamento/seleção e desenvolvimento de pessoas, é designer de material de marketing e divulgação, elabora planos de desenvolvimento individual, e nós da Brasilidea Palestras recomendamos como uma pessoa espetacular para a sua empresa.
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Os números de 2014

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2014 deste blog.

Aqui está um resumo:

Um bonde de São Francisco leva 60 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 3.400 vezes em 2014. Se fosse um bonde, eram precisas 57 viagens para as transportar.

Clique aqui para ver o relatório completo

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SEUS PENSAMENTOS PODEM ADOECER VOCÊ ?

Será que meus pensamentos poderiam me adoecer?

 

Porque os pensamentos são tão poderosos

Pensamentos podem nos fazer ficar doentes?

Participo de muitos seminários, workshop de motivação, de criatividade, de liderança, e tenho aprendido muitas coisas.

Uma delas é o meta-pensamento, algo interessante, que diz respeito a como eu penso, de que maneira meus pensamentos se formam na minha mente, e como eles me surgem, de que jeito eu sou informado.

Penso muito sobre como eu penso.

Buscando sempre um jeito de gerenciar meus pensamentos.                                                         E tenho feito descobertas pessoais incríveis.

Nessa busca – pensar em como eu penso – já fui à Cidade do Cérebro,                             estudei a emotologia do fabuloso Professor Luiz Machado.

Participei de Seminários de PNL e estive nas palestras sobre O Segredo,                                 A Lei da Atração, indo beber diretamente da fonte.

Me treinei em três grandes seminários com o terapeuta e palestrante                           Roberto Shinyashiki, com vastas orientações sobre a mente humana,                                     ele que é um influenciador de palestrantes, um motivador de                                           campeões por excelência.

Estudo e assisto os seminários HSM internacionais onde palestra um                                   dos mais fabulosos gênios vivos deste planeta, o inventor e cientista                         Raymond Kurzweil, ou Ray como gosta de ser chamado, nos ensina                                     seus truques para inventar durante o sono.

Não perco uma palestra do fabuloso Renato Alves, um recordista brasileiro                         em memorização, ele que é um excelente técnico mnemônico, estudioso                   dedicado do funcionamento da memória humana, foco, concentração,                                     e ensina os jovens a estudar.

Sou fã e leitor assíduo de tudo que escreve nossa neuro-cientista brasileira                   Suzana Herculano Houzel, que compartilha seus vastos conhecimentos de       neurociências através de seus textos inteligentes, objetivos e intencionados.

Mais recentemente estudo meditação com o inglês Mike Hughes, sempre                           com o objetivo de compreender o funcionamento da minha própria mente.

Bem, são muitos os cientistas deste mundo que consideram que a mente                   humana é muito mais poderosa do que podemos supor, e a cada dia                             surgem mais evidências disso.

O fato apregoado de que só usamos 10% de sua capacidade já virou mito,                           hoje se sabe que o cérebro humano opera em alta velocidade – inimitável pelo               mundo digital nos próximos 50 anos, e que usamos muito mais de sua capacidade.         Mas ainda num processo errático e sem planejamento das consequências.

O problema (ôba) é que nosso cérebro é tão prolífero e poderoso para nos                 arranjar soluções quanto para nos criar problemas.  Se ele é poderoso para                     curar, em desequilíbrio ele também pode nos adoecer.  E nos viciar em                           certas substâncias por exemplo, compulsões variadas.

Minha busca, é justamente aprender a usar um pouco o poder desse cérebro                   aprendendo a gerencia-lo de modo a fazer as coisas positivas acontecerem,                             e aprendendo a isolar as coisas negativas. Evitar os indesejáveis é uma e a gente considerar, de acordo com tantos cientistas, que nossa mente é de fato poderosa,           então Gerenciar os pensamentos, buscando causar os efeitos desejados, e evitar                   os indesejados.

Então certos fatos recorrentes me chamaram a atenção:

Percebendo o poder da nossa mente, poderia dizer que meus pensamentos                   podem – sim – me adoecer.  Conto aqui uma experiência que me aconteceu.

Fui convidado recentemente por uma Universidade de Brasília a dar aulas de criatividade e inovação numa de suas turmas de MBA em Gestão Empresarial.  A principio, fiquei feliz com o convite, aceitei, e fui me preparar para o evento.

A medida em que essa preparação avançava, comecei a notar certas ideias e frases em minha mente, que diziam o seguinte:

“Mas você nunca deu aula antes, como vai se sair?”                                                                “Será que isso vai dar certo? Você não tem nenhuma experiência em sala de aula.”                “E se alguém questionar sua preparação e capacidade de fazer isso?”                                    “Se algo errado acontecer, como eu me protejo?”                                                                      “Como ficará a minha imagem profissional?”

Sua mente é tão poderosa que seus pensamentos podem fazer você doente.

Mas não é uma relação direta, sempre. É uma relação sutil, onde causa e efeito não costumam andar de mãos dadas.  Mas esses pensamentos vão mexer em muitas coisas em você, entre elas a sua segurança, sua auto-confiança, e você pode sentir muito mais medo do que seria esperável. Não se enganem: palestrantes famosos costumam tremer antes de entrar no palco. E dizem “quando eu não sinto aquele medinho, aquele frio-na-barriga, daí sim é que acho que tem alguma coisa errada”.  Pois é, medo faz parte, mas pânico, bom, aí já é exagero.

É comum as pessoas sentirem dor-de-cabeça no dia seguinte a um evento paniquento desses logo no final do dia ou no dia seguinte. Tensão faz isso.

Mas estou me referindo a ter dor-de-cabeça ANTES do evento, ou durante o evento.

E foi assim que aquela enxaqueca foto-luminescente me pegou no meio da minha aula de criatividade na Universidade. De repente, alguém fez uma pergunta, então olhei na direção da pessoa que perguntou, e não consegui ver seu rosto.  Como eu já imaginava que as minhas perguntas iriam me causar algo, logo relacionei as duas coisas.

Esse tipo de enxaqueca – e é assim para a maioria das pessoas que tenho entrevistado ao longo dos anos – é causada por stress – em primeiro lugar – e por algum tipo excessivo de exposição a luzes fortes, daquele tipo que marca sua retina por alguns minutos com um brilho que demora 4 ou 5 minutos para desaparecer. Nesse meio tempo, você vai ficar completamente cego em todo o seu campo visual, como uma TV fora do canal, e depois se recupera e tudo volta ao normal. Bem, aí é que vem a dor-de-cabeça lancinante.

Eu sabia disso, e sabia a causa, não era luz, era o stress pré-traumático como gosto de chamar essas tensões de antes das coisas rolarem. Pois é, então fiz o seguinte: primeiro, respirei profundamente, entre uma frase e outra, disfarçando para que a platéia não se apercebesse.

Depois inventei umas dinâmicas de grupo. A sala se desmontou toda, se distraiu arrastando cadeiras e começando conversas em todos os cantos, e a atenção fugiu de mim justamente os 10 ou 12 minutos que eu precisava para me recuperar, tomar um gole de água, tomar um analgésico na secretaria e pronto.  Dominei sem precisar interromper nada. Claro, a dor de cabeça foi o preço que tive de pagar depois, mas não perdi a aula, mesmo tendo ficado completamente cego por quase 4 minutos inteiros.

Fiquei foi muito feliz com a experiência, que me mostrou uma faceta perfeitamente gerenciável do nosso cérebro: não deixe ele fluir com os pensamentos que quiser. Você comanda ele, faça com que ele te carregue para as boas energias, para que seja otimista, para que interrompa o fluxo de negatividades.  E sempre que ele começar a tentar te avisar de que um tigre-dentes-de-sabre está te esperando na primeira esquina, mande ele relaxar, e pensar em alguma coisa muito interessante que você irá encontrar. Então em vez do tigre, você pode encontrar a alegria de viver, a felicidade, uma namorada nova, um carro do seu sonho pra vender por uma pechincha, vai saber?

Domine seu cérebro, não deixe que ele tome conta do jeito que quiser. E pratique alguma das formas de meditação para diminuir a intensidade mental, relaxar a mente, aquietar os pensamentos, aprendendo a dominar melhor a velocidade do seu supercomputador de 1 quatrilhão de bytes.

Escreva para mim, caso queira saber mais.

Contato@brasilidea.com.br – Roberto Guimarães – CEO  & Founder da www.brasilidea.com.br – Palestras, Treinamentos, Workshop                                                     e Coach/Holomentoring ISOR

 

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